Do Rio a São Paulo Para Casar é um filme brasileiro dos gêneros comédia e drama, dirigido por José Medina em 1922. Foi produzido pela Rossi-Film e roteirizado por Canuto Mendes de Almeida. Estreou em 30 de abril de 1922 no Cinema República, em São Paulo.
A produção contou com um arranjo de orquestra, composta pelo maestro Martinez Grau, ele mesmo havendo feito a regência na noite de estreia. É considerado um filme perdido. NORONHA, Jurandyr Dicionário Jurandyr Noronha de Cinema Brasileiro EMC Edições, 2008
Enredo Baseado no depoimento de José Medina
O filme conta a história de um rapaz carioca que fica conhecendo uma moça paulista que estava passando as férias no Rio de Janeiro, e se apaixona por ela. Quando a moça volta para São Paulo, os dois se correspondem e, ao fim de certo tempo, resolvem se casar.
O rapaz vem para São Paulo, e então descobre que fez uma confusão de nomes; o tempo todo estava se correspondendo com a prima da moça pela qual se apaixonou. Fica desesperado, sem saber o que fazer, nem como desfazer o mal-entendido.
Em lugar da linda noiva que esperava encontrar, estava a horrorosa prima. No final da história, depois de mil quiproquós, o mal-entendido se esclarece e o rapaz se casa com a moça de quem gostava.
Elenco Waldemar Moreno Antonio Marques Filho como Vilão Calvus Rey Maria Fuina Nicola Tartaglione José Guedes de Castro
Preservação Assim como outros filmes de Medina, todas as cópias de Do Rio a São Paulo Para Casar foram perdidas em incêndios na Cinemateca Brasileira e no laboratório da Rossi Film. Apenas poucas fotografias de cena e divulgação sobreviveram, sendo esse o único material disponível do filme.
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