Lucídio Freitas (Teresina, 05 de abril de 1894 - Teresina, 14 de maio de 1922), foi um advogado, magistrado e poeta brasileiro.

Biografia Nasceu na cidade de Teresina em 05 de abril de 1894, sendo filho de Corina e Clodoaldo Freitas.

Fez seus estudos iniciais no Liceu Piauiense, tendo, em 1914, seguido para a Faculdade de Direito do Recife para iniciar o Curso de Ciências Jurídicas, que vem a finalizar no Rio de Janeiro, em 1916. Durante seu período no então distrito federal, convive com os seus parentes Amélia de Freitas Beviláqua e Clóvis Beviláqua.

Após bacharelar-se, retorna brevemente a Teresina, mas logo muda-se para Belém, onde exerce sua curta carreira. Assumiu, em 1919, a Cadeira de Teoria e Prática Processual da Faculdade de Direito do Pará, por meio de concurso público. Neste mesmo período é nomeado Juiz da Vara Criminal, em Belém.

Casa-se com Maria Oceanira Amazonas de Figueiredo, com quem tem descendência.

Sua estreia literária dera-se em 1912, com a publicação do livro de poesias Alexandrinos, seguido por Vida Obscura, em 1917, e Minha Terra, em 1921. Em 1996 sua obra completa foi publicada com o título de Poesias.

Foi um dos fundadores da Academia Piauiense de Letras, juntamente com seu pai.

Faleceu precocemente, vítima de tuberculose, na cidade de Teresina, a 14 de maio de 1922, aos 28 anos.

Obras Alexandrinos (1912) Vida Obscura (1917) Direito Processual, tese (1919) Minha Terra (1921)

Categoria:Naturais de Teresina Categoria:Escritores do Piauí Categoria:Membros da Academia Piauiense de Letras Categoria:Poetas do Brasil