Na teoria da difusão da inovação, um viés pró-inovação é a crença de que a inovação deve ser adotada por toda a sociedade sem a necessidade da sua alteração. O "campeão" da inovação tem um viés tão forte a favor da inovação, que pode não ver as suas limitações ou fraquezas e continuar a promovê-la mesmo assim.
Exemplo Um sentimento de otimismo nuclear surgiu na década de 1950, no qual se acreditava que todos os geradores de energia no futuro seriam de natureza atómica. A bomba atómica tornaria obsoletos todos os explosivos convencionais e as centrais nucleares fariam o mesmo com fontes de energia como o carvão e o petróleo. Existia um sentimento geral de que tudo usaria algum tipo de fonte de energia nuclear, de forma positiva e produtiva, desde a irradiação de alimentos para preservá-los até ao desenvolvimento da medicina nuclear. Haveria uma era de paz e abundância na qual a energia atómica "forneceria a energia necessária para dessalinizar a água para os sedentos, irrigar os desertos para os famintos e abastecer viagens interestelares para o espaço sideral".
Roger Smith, então presidente da General Motors, disse em 1986: "Na viragem do século, viveremos numa sociedade sem papel." No final do século XX, houve muitas previsões deste tipo.
Ver também
Apelo à novidade Determinismo tecnológico Ilusão Viés do status quo
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