O ataque na escola de Barcelona foi um ataque escolar ocorrido em Barcelona, em 20 de abril de 2015. Um estudante de 13 anos, armado com uma besta, faca e coquetel molotov, atacou professores e estudantes, matando um e ferindo outros quatro, antes de ser acalmado por um professor.
Ataque Por volta das 9h15, o estudante de 13 anos chegou atrasado ao Instituto Joan Fuster e se dirigiu a uma sala de aula da terceira série no segundo andar. Quando foi atendido, atingiu a professora no rosto com uma besta. Sua filha, que estava na sala de aula, tentou socorrê-la e o estudante a esfaqueou na perna, ambas não tiveram graves ferimentos.
Durante o ataque, estudantes começaram a escapar em pânico, enquanto o agressor ameaçava detonar um coquetel molotov.
O agressor se dirigiu ao segundo andar, onde estavam muitos estudantes fora de suas salas de aula, curiosos com os gritos, e lá, atacou um segundo professor no peito, levando-o à morte.
E, novamente, o agressor utilizou sua besta e sua faca, atingindo um segundo professor e aluno.
Durante o ataque, o professor de educação física de 38 anos, que era substituto da instituição há 10 dias, conseguiu acalmar o agressor até a chegada das autoridades. Onde o agressor gritou que precisava matar mais gente e estava agitado. David Jurado, o professor que acalmou o agressor, disse que o abraçou e ele começou a chorar.
A direção ligou e informou aos pais do agressor sobre o ataque e que se dirigiram à escola.
Vítimas Três professores e dois alunos foram atingidos no ataque, um professor e um aluno de 14 anos, atingido no peito, receberam alta mais tarde do hospital. Três das quatro vítimas feridas foram atendidas no Hospital Sant Pau. Nos próximos dias seguintes, a professora, atingida no rosto e sua filha, esfaqueada na perna, receberam alta do hospital e foram para casa.
Um terceiro professor, identificado como Abel Martínez Oliva, de 36 anos, que tentou socorrer um dos professores feridos, foi atingido no peito e faleceu mais tarde devido ao grave ferimento.
Autor O agressor mais tarde foi identificado como um estudante local de 13 anos. Na semana passada do ataque, o estudante disse que iria matar os professores da instituição e depois cometer suicídio. Os colegas do agressor relataram que ele tinha uma lista de alvos, algo que nunca foi comprovado pelas autoridades.
A Ministra da Educação, Irene Rigau, declarou que o estudante pode ter sofrido um surto psicótico no ataque.
O agressor expressou ódio pela humanidade, pelos estudantes universitários, em um blog das redes sociais. Ele ainda comentou sobre o Massacre de Columbine com outras pessoas na internet. Assim, que o agressor atacou sua escola no dia 20 de abril, o dia que completaria 16 anos do Massacre da Columbine High School.
Consequências Após o ataque, o agressor foi detido e não poderia ser responsabilizado por seu ataque. Já que o criminoso poderia ser responsabilizado criminalmente a partir dos 14 anos, A Lei de Responsabilidade Criminal Juvenil estabelece que menores dessa idade não estão sujeitos a processo criminal.
Embora a responsabilidade civil da Espanha normalmente recaísse sobre os responsáveis legais, neste caso, o ataque ocorreu em uma instituição educacional secundária, o Consórcio Educacional de Barcelona foi responsabilizado e teve que indenizar as vítimas em cerca de um milhão de euros.
Mais tarde, o professor que impediu que o ataque fosse mais trágico, David Jurado, criou um livro dedicado às vítimas e ao agressor do ataque.
Ver também
Massacre de Columbine - O estudante cometeu o ataque no mesmo dia em que o massacre de Columbine completasse 16 anos Ataque à escola de Jerez de la Frontera - Outro ataque escolar ocorrido na Espanha, em 2023 Ataque escolar de Vitória - Outro ataque escolar ocorrido no Brasil. O autor utilizou uma besta no ataque, semelhante ao ataque na escola de Barcelona
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