A crise política venezuelana de 2013 refere-se aos eventos que ocorreram após as eleições presidenciais do mesmo ano, principalmente protestos em resposta ao resultado eleitoral no qual Nicolás Maduro do Grande Polo Patriótico (GPP) foi eleito Presidente da Venezuela.

Eleições presidenciais Ver tambémApós as eleições presidenciais de 14 de abril de 2013, o líder da oposição Henrique Capriles rejeitou o boletim emitido pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) e pediu a recontagem de 100% dos votos, porque seu comando de campanha reportou pelo menos 3.500 irregularidades durante o processo eleitoral, petição que foi acompanhada pelo reitor do CNE Vicente Díaz e apoiada pelos governos da Espanha, França, Estados Unidos, Paraguai, e pelo Secretário-Geral da Organização dos Estados Americanos, José Miguel Insulza. No início, Maduro aceitou a auditoria proposta pela oposição.

Henrique Capriles apresentou formalmente seu pedido em 17 de abril de 2013, com todas as denúncias correspondentes e a solicitação de verificação total das atas; o CNE manteve uma reunião por horas no mesmo dia até aceitar a verificação "em segunda fase", dos 46% das urnas não auditadas aleatoriamente na primeira fase. No entanto, essa auditoria não foi apoiada por Capriles, que argumentou que «deveria ter sido realizada junto com a revisão dos cadernos de votação», razão pela qual o processo foi contestado perante o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ).

Ver também Protestos na Venezuela em 2014

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