Gerhard Grohs (24 de junho 1929 em Dresden; 18 de fevereiro 2015 em Munique) foi um sociólogo e Africanista alemão.Brandstetter, Anna-Maria, und Dieter Neubert, 2002: Postkoloniale Transformation in Afrika. Zur Neubestimmung der Soziologie der Dekolonisation (Simpósio por ocasião do 70º aniversário de Gerhard Grohs, 1999). Hamburgo: LIT.Brandstetter, Anna-Maria, und Carola Lentz, 2006: 60 Jahre Institut für Ethnologie und Afrikastudien. Ein Geburtstagsbuch (Mainzer Beiträge zur Afrikaforschung. 14). Colónia: Köppe. Foi um dos pioneiros dos Estudos Africanos na Alemanha, Professor de Sociologia na Universidade Livre de Berlim (1969-75) e na Universidade de Mainz (1975-94).Dieter Neubert: „Obituary: Gerhard Grohs, 24 June 1929 – 18 February 2015“. Africa Spectrum, vol. 50 (1), pp.93-94.
Biografia A partir de 1950, Grohs estudou direito pela primeira vez na Universidade de Heidelberg e, lá, foi presidente do Comitê Geral de Estudantes (AstA) de 1952 a 1954; foi o segundo presidente da Associações de Estudantes Alemães (VDS). Depois de concluir seu doutorado, em 1959, com uma tese sobre a legislação da negociação coletiva italiana, ele completou um segundo grau em sociologia na Universidade Livre de Berlim, que concluiu em 1961.
Em 1966, habilitou-se em Berlim com a obra Etapas da Emancipação Africana: Estudos sobre a autoimagem das elites africanas. Depois de lecionar em Berlim, Leicester e Dar es Salaam, Grohs foi nomeado professor na capital alemã em 1969. Em 1975, mudou-se para a cátedra de cultura e sociedade africana no Instituto de Antropologia e Estudos Africanos da Universidade de Mainz, que ocupou até sua aposentadoria em 1994.Grohs, Gerhard, 1998: "Arbeitserfahrungen als Entwicklungssoziologe." In: Martin Bolte und Friedhelm Neidhardt (ed.), Soziologie als Beruf. Erinnerungen westdeutscher Hochschulprofessoren der Nachkriegsgeneration. Baden-Baden: Nomos, pp. 303-314.
Após a aposentadoria, Gerhard Grohs ocupou cargos de professor no :de:Geschwister-Scholl-Institut da Universidade de Munique e na Universidade de Filosofia Munique até 2009.Bierschenk, Thomas, 2006: Laudatio zum 60. Geburtstag von Gerhard Grohs (1970) . In: Anna-Maria Brandstetter und Carola Lentz (Hg.): 60 Jahre Institut für Ethnologie und Afrikastudien. Ein Geburtstagsbuch. (Mainzer Beiträge zur Afrikaforschung. 14). Colónia: Köppe, pp. 253-258
Além de suas atividades de ensino, Gerhard Grohs esteve envolvido em atividades na igreja e na política de desenvolvimento por muitos anos, por exemplo, como presidente do conselho científico de curadores do Centro de Pesquisa da Comunidade de Estudos Evangélicos (FEST) em Heidelberg (até 1999), e como Presidente da Câmara para o Serviço de Desenvolvimento da Igreja da Conselho Mundial de Igrejas na Alemanha (até 1992). De 1981 a 1990 foi membro do conselho consultivo da Fundação Friedrich Naumann.
De 1991 a 1993, Gerhard Grohs foi um dos primeiros membros, e também presidente, da Associação de Estudos Africanos na Alemanha (VAD), Brahm, Felix, 2009: 40 Jahre Vereinigung für Afrikawissenschaften in Deutschland (VAD), 1969-2009. que, desde a sua fundação em 1969, deu uma contribuição significativa para o estabelecimento dos estudos africanos modernos na Alemanha como um campo de estudo interdisciplinar, político e socialmente empenhado. Grohs desempenhou um papel importante no desenvolvimento do perfil científico e político do VAD, por exemplo por meio do memorando "Forçando a África do Sul à Paz" publicado em 1986, que apelava a uma luta mais rigorosa contra o regime do apartheid no país.Dieter Neubert: „Obituary: Gerhard Grohs, 24 June 1929 – 18 February 2015“. Africa Spectrum, vol. 50 (1), pp.93-94
Sua filha :de:Henrike Grohs foi assassinada em 2016 por ataques terroristas islâmicos em 13 de março de 2016 em Grand-Bassam na Costa do Marfim, a leste de Abidjan.
Publicações (seleção)
Artigos „Frantz Fanon, ein Theoretiker der afrikanischen Revolution“. Kölner Zeitschrift für Soziologie und Sozialpsychologie, vol. 16 (3), pp. 457-480. The Resettlement of Offenders Act, 1969. Eastern Africa Law Review, vol. 2 (2), pp. 247 -258. 1969 „Traditionalismus und Sozialismus im tansanischen Strafrecht“. Verfassung und Recht in Übersee, vol.4 (4). 1967 “Difficulties of Cultural Emancipation in Africa”. Journal of Modern African Studies, vol. 14, pp. 65-78. 1976 „Kirche und Staat in Südafrika und Namibia“. Africa Spectrum, vol. 83 (3), 1983
Monografias Stufen afrikanischer Emanzipation : Studien zum Selbstverständnis westafrikanischer Eliten. Stuttgart: Kohlhammer, 275 S., 1967 (tese de habilitação) Zum Wandel der sozialen Funktion afrikanischer Autobiographien. DGS, Bremen, 1981 Ausdrucksformen kulturellen Protests in Afrika südlich der Sahara. DGS, Zurique : Seismo, 1989
Livros editados Theoretische Probleme des Sozialismus in Afrika : Négritude u. Arusha. Declaração. 2ª conferência anual d. Associação de africanistas na Alemanha (VAD) 1970. Hamburgo: Buske, 288 p. 1971 como co-editor: Zur Soziologie der Dekolonisation in Afrika. Frankfurt (am Main): Fischer Verlag, 298 p. como co-editor: Afrika hilft sich selbst. Prozesse und Institutionen der Selbstorganisation. Münster/Hamburgo: Lit-Verlag. 1994
literatura Brandstetter, Anna-Maria, et Dieter Neubert, 2002: Postkoloniale Transformation in Afrika. Zur Neubestimmung der Soziologie der Dekolonisation (Simpósio por ocasião do 70º aniversário de Gerhard Grohs, 1999). Hamburg: LIT Brandstetter, Anna-Maria, und Carola Lentz, 2006: 60 Jahre Institut für Ethnologie und Afrikastudien. Ein Geburtstagsbuch (Mainzer Beiträge zur Afrikaforschung. 14). Colónia: Köppe Dieter Neubert: „Obituary: Gerhard Grohs, 24. Juni 1929 – 18. Februar 2015“. Africa Spectrum, vol. 50 (1), pp.93-94
Weblinks Curriculum vitae no site do Instituto de Etnologia e Estudos Africanos da Universidade de Mainz
Referências
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