Rogério Ceron de Oliveira (3 de fevereiro de 1981) é um economista e auditor fiscal brasileiro. É o atual Secretário-Executivo do Ministério da Fazenda do Brasil desde março de 2026. Entre janeiro de 2023 e março de 2026, atuou como Secretário do Tesouro Nacional do Brasil na gestão de Fernando Haddad.

Biografia

Formação acadêmica Ceron graduou-se em Economia pelo Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) em 2005. Em 2012, obteve seu mestrado em Economia pela Unicamp, ao defender a dissertação Evolução das finanças municipais: o caso da cidade de São Paulo - 1995 a 2010, sob orientação de Francisco Lopreato. Em 2021, obteve seu doutorado em Administração Pública e Governo pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), ao defender a tese Regras fiscais, resiliência financeira e fatores políticos no enfrentamento de crises econômicas: o caso dos estados na recente crise econômica e fiscal (2014-2018), sob orientação de Ciro Biderman.

Atuação Em 2007, iniciou seu trabalho na secretaria de Finanças da Prefeitura Municipal de São Paulo como auditor fiscal tributário municipal concursado. Na secretaria, passou pela área de Assessoria Econômica e chegou à chefia da unidade em 2010. De 2011 a 2014, foi subsecretário do Tesouro Municipal, e, em janeiro de 2015, assumiu o cargo de secretário-adjunto da pasta - cargo em que permaneceu até julho do mesmo ano.

Em agosto de 2015, assumiu o cargo de Secretário Municipal de Finanças e Desenvolvimento Econômico de São Paulo, na gestão do então prefeito Fernando Haddad, onde permaneceu até o fim de 2016. Foi um dos responsáveis pela obtenção do grau de investimento da cidade, dado pela agência Fitch Ratings em 2015.

Em junho de 2017, foi nomeado secretário-adjunto da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo na gestão de Geraldo Alckmin. Em 2018, retornou à administração municipal de São Paulo como secretário-adjunto de Desestatização e Parcerias, na gestão de Bruno Covas.

No final de 2018, ainda na gestão Covas, foi nomeado diretor-presidente da São Paulo Parcerias, companhia responsável pela estruturação de concessões, parcerias público-privadas (PPPs) e alienações de ativos na Prefeitura de São Paulo.

Em janeiro de 2023, foi nomeado para o cargo de secretário do Tesouro Nacional, após indicação feita pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, cargo que ocupou até março de 2026, quando foi nomeado para a secretaria-executiva do Ministério da Fazenda.

Secretário do Tesouro Nacional Chefiou a preparação técnica do novo arcabouço fiscal apresentado pelo Ministério da Fazenda em março de 2023 para substituir o teto de gastos.

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