A filosofia no Caribe, ou afro-caribenha, é parte de uma ampla tradição íntelectual caribenha, que remonta à influências formativas tanto Europeias quanto Africanas, e assume uma forma distintiva na segunda metade do século XIX. Essa filosofia tem se caracterizado por uma abordagem predominantemente poética e histórica à realidade social, por sua busca de reconstruir suas raízes africanas e pela engajamento na elaboração de projetos políticos alternativos. Assim, a filosofia no Caribe tem se desenvolvido prioritariamente nos campos da filosofia social e política.

Apesar da sua existência autônoma, e de seu valor reconhecido por muitos historiadores e pensadores contemporâneos, a filosofia caribenha tem permanecido marginal nos repertório institucionais da filosofia, uma dinâmica atribuída ao persistente viés eurocentrico do estudo da filosofia e da delimitações disciplinares que rejeitam as formas ensaístas e poéticas assumidas pelos pensadores do Caribe. Outra razão apontada para essa marginalização é a subestimação de genealogias não-ocidentais do pensamento crítico e filosófico,

Lista de Filósofos Caribenhos

Wilson Harris Édouard Glissant C. L. R. James Alain Ménil Frantz Fanon Sylvia Wynter Aimé Césaire Edward Blyden J. J. Thomas Marcus Garvey George Padmore Oliver Cox Wilson Harris

Bibliografia

Categoria:Filosofia do Caribe