A Operação High Roller foi uma série de fraudes no sistema bancário em diferentes partes do mundo que utilizou agentes de cibercoleta a fim de coletar informações de computadores e smartphones para invadir e saquear contas bancárias eletronicamente. Ela foi analisada em 2012 pela McAfee e pela Guardian Analytics. Um total de aproximadamente 78 milhões de dólares foi desviado de contas bancárias devido a este ataque. Os atacantes operavam a partir de servidores na Rússia, Albânia e China para realizar transferências eletrônicas de fundos.
Especificações Este ataque cibernético foi descrito como possuidor das seguintes características:
Burlou a autenticação por Chip e PIN. Não exigia participação humana. As instruções vinham de servidores baseados na nuvem (em vez do PC do hacker) para ocultar ainda mais a identidade do atacante. Incluía elementos de "nível de conhecimento interno". Bancos na Europa, nos Estados Unidos e na Colômbia foram alvos. Impactou diversas classes de instituições financeiras, tais como cooperativas de crédito, grandes bancos globais, bancos regionais e indivíduos de alto patrimônio líquido.
Embora algumas fontes tenham sugerido que se tratava de uma extensão do ataque man-in-the-browser, relata-se que a Operação High Roller aproveitou um nível de automação mais amplo, diferenciando-a dos métodos tradicionais.
Ver também
Bundestrojaner Duqu Flame Guardian Analytics McAfee Stuxnet
Ligações externas Dissecting operation high roller no relatório da McAfee/Guardian Analytics Operação High Roller na CNN Money Operação High Roller na Fox News Operação High Roller no Yahoo Finance Operação High Roller revisitada
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