A Mulheres que Escrevem é uma iniciativa com origem no Rio de Janeiro e liderada por uma equipe de quatro mulheresCarol Almeida, CLUBES DE LEITURA E O PORQUÊ DE LER JUNTOS, Suplemento Pernambuco, 2019 que realiza curadoria, divulgação e edição de conteúdo produzido por mulheres, além de realizar encontros que debatam a presença feminina no universo da escrita.

O projeto começou em 2015 como uma newsletterFabiane Secches, Mulheres que Escrevem, Cantão, 2017 e logo expandiu a sua presença em ações nas redes sociais e presenciais que discutem os séculos de opressão da escrita das mulheres, além de pensar em novas possibilidades de produção cultural e literáriamulheres que escrevem, Adoro Farm, 2017 face o cenário político atualSofia Perpetua, Will Brazil's women writers lose progress under far-right President Bolsonaro?, GlobalPost, 2019.

Percurso

A iniciativa começou em setembro de 2015 na forma de uma newsletter semanal e colaborativaAtivismo de Sofá, Mulheres que escrevem: uma conversa entre escritoras, Revista Fórum, 2016, compartilhando as reflexões e inseguranças de mulheres durante o processo de se descobrir escritora.

Em seguida, foi criada uma publicação no Medium para divulgar o trabalho de mais mulheres escritoras, publicando ensaios, poesias, traduções, resenhas e entrevistas. A partir do reconhecimento desse trabalho nas redes sociais, foram iniciados os primeiros encontros e oficinas da iniciativaLola Ferreira, Taís e Estela, as vozes do trabalho incansável por mais mulheres na literatura, HuffPost, 2019.

O primeiro encontro internacional da Mulheres que Escrevem ocorreu em 2019Conversa – “Mulheres que escrevem”, Festival Feminista de Lisboa, 2019, durante o Festival Feminista de Lisboa, em Portugal.

Desde 2018, a iniciativa também produz um podcast focado em leitura e literatura produzida por mulheresGaia Passarelli, 38 podcasts feitos por mulheres para começar a ouvir em março, BuzzFeed, 2019.

Categoria:Literatura do estado do Rio de Janeiro Categoria:Ativistas Categoria:Feminismo no Brasil