A pandemia de COVID-19 na Ásia foi manifestada pela primeira vez por um aglomerado de pneumonia em Wuhan, capital de Hubei, na China continental, de onde se espalhou para outras províncias da China. Posteriormente, muitos países asiáticos começaram a relatar casos da doença do novo coronavírus, com alguns dos países mais afetados sendo China, Coreia do Sul, Japão e Irã, que tem o maior número de mortes de qualquer país fora da China continental.

Na China, o COVID-19 infectou mais de 1.700 agentes de saúde, a maioria na província de Hubei, e causou diversas mortes por pneumonia viral, como do médico Li Wenliang, um jovem oftalmologista entre os primeiros a alertar sobre a epidemia.

Casos confirmados Afeganistão

Em 23 de fevereiro ao menos três pessoas eram suspeitas de estarem infectadas com o coronavírus no país e no dia 24 de fevereiro, o Afeganistão confirmou seu primeiro caso em herat, de uma pessoa de 35 anos que voltou do Irã, da cidade de Qom que fica na fronteira com o Afeganistão, onde se encontra a maioria dos casos daquele país.

Até o dia 28 de fevereiro, nenhuma morte por coronavírus foi reportada no Afeganistão.

Arábia Saudita

Azerbaijão

O país teve seu primeiro caso confirmado no dia 28 de fevereiro, um cidadão Russo em viagem que partiu do Irã.

Bangladesh Estatísticas Linha azul - nº de casos diários, linha vermelha: nº de mortes diárias

Barém

No dia 24 de fevereiro foram confirmados os dois primeiros casos. do coronavírus no Barém, o primeiro caso foi de um cidadão que voltou do Irã com sintomas da doença, no mesmo dia o segundo caso foi confirmado, uma cidadã que também voltou do Irã via Dubai, fazendo com que o Barém suspendesse por 48 horas todos voos provenientes dos aeroportos de Dubai e Sharjah Neste mesmo dia o Governo do Bahrein suspendeu todas as aulas de escolas púplicas, particulares e universidades por duas semanas para que o vírus não se alastre entre os estudantes.

No dia 26 de fevereiro foram confirmados mais 23 casos, elevando o número para 26, todos já estavam desde o dia 25 de fevereiro sob análise pois também viajavam do Irã para o Barém através dos aeroportos de Dubai e Sharjah.

No dia 27 de fevereiro mais sete casos foram confirmados, subindo para 33 o número de infectados fazendo com que o Barém aumentasse a suspensão dos voos vindos de Dubai e de outros países, como Iraque e Libano.

Em 28 de fevereiro foram confirmados mais dois casos, um cidadão do Barém e um Árabe que viajaram vindos do Irã em voos com escala. O Barém soma 38 casos confirmados.

Até o dia 28 de fevereiro, nenhuma morte por coronavírus foi reportada no Barém.

Camboja

Em 27 de janeiro, o Camboja confirmou seu primeiro caso em Sihanoukville: um chinês de 60 anos que viajou para Wuhan com sua família para a cidade costeira. Três outros membros de sua família foram colocados em quarentena por não terem sintomas do vírus, enquanto ele foi colocado em uma sala separada para tratamento no Hospital de Referência Preah Sihanouk.

O navio de cruzeiro MS Westerdam chegou a Sihanoukville em 13 de fevereiro, depois de ter sido rejeitado por outros países devido a preocupações com vírus. Centenas de passageiros desembarcaram lá. Em 15 de fevereiro, um deles foi parado na Malásia e mais tarde deu positivo, levando à preocupação de que outros passageiros também tenham sido infectados.

No início de fevereiro foi reportado que o único caso de coronavírus no país até então já estava recuperado.

Catar

No dia 29 de fevereiro, o Catar confirmou seu primeiro caso, um catariano de 26 anos que viajou recentemente para o Irã.

China

Coreia do Sul

Filipinas

Em 30 de janeiro foi confirmado o primeiro e segundo caso de coronavírus no país, uma cidadã chinesa de 38 anos que chegou no país num voo de Wuhan para Cebu no dia 21 de janeiro, ela estava em companhia de um chines de 44 anos que foi o segundo caso constatado no país, ambos viajaram juntos de Wuhan para Cebu e também foram juntos ao hospital.

No dia 1 de fevereiro houve a primeira morte por coronavírus fora da China, o chinês de 44 anos não resistiu e faleceu no isolamento do hospital.

No dia 5 de fevereiro foi confirmado o terceiro caso de coronavírus no país, uma mulher de 60 anos teve inicialmente o teste negativo no dia 24 de janeiro, mas hoje confirmou que estava com o coronavírus.

No dia 9 de fevereiro as pacientes de 38 e 60 anos tiveram sua recuperação anunciada e já não contém mais o coronavírus, fazendo com que nas Filipinas não teham mais nenhum caso de coronavirus atualmente.

Geórgia

Em 26 de fevereiro a Ministra de Saúde da Geórgia, Ekaterine Tikaradze confirmou o primeiro caso de coronavírus, um cidadão Georgiano que voltou do Irã atravessando a fronteira com o Azerbaijão.

Em 28 de fevereiro foi confirmado mais um caso, uma mulher de 31 anos que voltou da Itália acusou positivo no teste feito no Hospital de Doenças Infecciosas de Tbilisi. O Ministro da Saúde da Geórgia Amiran Gamkrelidze, informou que ainda tem 29 pessoas mantidas em isolamento no Hospital de Doenças Infecciosas de Tbilisi com suspeita de terem o coronavirus, ele também informou que tem uma "alta probabilidade" de que alguns deles já estejam infecctados. Até o dia 28 de fevereiro, nenhuma morte por coronavirus foi reportada na Geórgia

Hong Kong thumb|direita|'Hong Kong confirma dois novos casos de pneumonia' – China News Service, 24 de janeiro (vídeo)

O Centro de Proteção à Saúde de Hong Kong (CHP) adicionou o termo "pneumonia não identificada" à sua lista de doenças de notificação obrigatória para expandir sua autoridade sob a quarentena. O governo de Hong Kong também reduziu as visitas aos hospitais e exigiu que os visitantes usassem máscaras faciais. A triagem foi reforçada em aeroportos e estações de trem com conexões para Wuhan.

Na primeira semana de 2020, 30 viajantes indispostos de Wuhan foram submetidos a testes. A maioria tinha outros vírus respiratórios.

Em 22 de janeiro, um chinês de 39 anos, que viajou de Shenzhen desenvolveu sintomas de pneumonia. Ele havia estado em Wuhan no mês anterior. Após teste positivo ele foi hospitalizado no Hospital Queen Mary, Ilha de Hong Kong. Um homem de 56 anos de Ma On Shan, que havia visitado Wuhan, também teve seu teste positivo.

O governo de Hong Kong designou a colônia de férias Lady MacLehose em Sai Kung como um centro de quarentena.

Em 23 de janeiro, três pessoas que mantiveram contato próximo com os dois casos mencionados foram colocadas em quarentena, incluindo dois médicos e um visitante da Austrália.

O Conselho de Turismo de Hong Kong cancelou a Copa do Ano Novo Lunar e um carnaval de Ano Novo Lunar de quatro dias, alegando preocupações com o surto.

Em 24 de janeiro foi confirmado pelas autoridades um quinto caso da doença.

Os maiores parques de diversões da cidade: o Hong Kong Disneyland Resort, o Ocean Park Hong Kong e o Madame Tussauds Hong Kong fecharam de 26 de janeiro até novo aviso.

Em 28 de janeiro, o Chefe do Executivo de Hong Kong, Carrie Lam, declarou que o serviço ferroviário de alta velocidade entre Hong Kong e a China continental seria suspenso a partir de 30 de janeiro, e todos os serviços férreos transfronteiriços também seriam suspensos em uma licitação, para barrar a propagação do coronavírus. Além disso, os voos da China continental seriam cortados pela metade, os serviços de ônibus transfronteiriços seriam reduzidos e o governo de Hong Kong está pedindo a todos os seus funcionários (exceto aqueles que prestam serviços essenciais / de emergência) para trabalhar em casa. Em uma coletiva de imprensa posterior naquele dia, Lam disse que os pontos de verificação de fronteira Man Kam To e Sha Tau Kok seriam fechados.

O Departamento de Serviços de Lazer e Culturais (LCSD) anunciou que todas as instalações que estão sob sua supervisão, incluindo todos os museus públicos, bibliotecas públicas e centros e instalações esportivas, serão fechadas até novo aviso, como prevenção à saúde.

Em 4 de fevereiro, o CHP relatou a primeira morte de Hong Kong, a de um paciente de 39 anos, o 13º caso.

Em 5 de fevereiro, Hong Kong confirmou mais três casos. Outros três foram confirmados em 6 de fevereiro e outros dois casos em 7 de fevereiro.

Em 9 de fevereiro, Hong Kong confirmou mais três casos com dois da mesma família, elevando o número total para 29. Também foi anunciado no mesmo dia que os passageiros e a tripulação do navio de cruzeiro World Dream puderam sair após um cheque revelar que eram negativos para o coronavírus e não tinham histórico de estar em contato próximo com oito passageiros que desembarcaram e estavam encontrado positivo para o vírus.

Em 17 de fevereiro, o CHP identificou 60 casos em Hong Kong com dois pacientes desde que se recuperaram.

Em 24 de fevereiro, um total de 81 casos foi identificado.

Índia

Em 30 de janeiro foi confirmado o o primeiro caso de coronavírus, um estudante da Universidade de Wuhan que foi internado em isolamento num hospital de Kerala no sul do país.

Em 2 de fevereiro foi confirmado o segundo caso, um homem com histórico de viagem para a China que também está em Kerala no sul do país.

Em 6 de fevereiro, Kerala confirma o terceiro caso no país, um estudante da Universidade de Wuhan que entrou na Índia no dia 3 de fevereiro.

Casos confirmados por milhão de habitantes Imagem:India COVID-19 cases density map.svg

Novos casos por dia

Média dos últimos sete dias

Indonésia

Em 2 de março foram confirmados os dois primeiros casos de COVID-19, são mãe (64 anos) e filho (31 anos) que tiveram a identidade e região do país não reveladas mas que estavam sob cuidados médicos em um hospital em isolamento pois eles tiveram contatos com japoneses que estavam na Indonésia e ao retornarem ao Japão apresentaram os sintomas e também foram diagnosticados com COVID-19.

Irã

Em 19 de fevereiro, 2 pessoas na cidade de Qom testaram positivo para o COVID-19, mais tarde naquele dia o Ministro da Saúde e Educação Médica informou que ambos pacientes faleceram.

Em 20 de fevereiro, mais 3 novos casos do COVID-19, dois da cidade de Qom e um de Arak.

Em 21 de fevereiro, 13 casos novos foram reportados, sendo 7 casos em Qom, 4 em Teerã e 2 na província de Gilan.

Em 22 de fevereiro, o Ministro da Saúde reportou mais 10 novos casos elevenando o número para 29 e duas mortes mais, num total de 8 mortos.

Em 23 de fevereiro, já são 43 infectados pelo COVID-19 no país em 4 cidades diferentes.

Em 24 de fevereiro, o Ministro da Saúde Iraj Harirchi informa que 12 pessoas morreram num total de 61 infectados confirmados.

Em 25 de fevereiro, o prório Ministro da Saúde Iraj Harirchi deu teste positivo para COVID-19, sendo o primeiro no Governo Iraniano a contrair o vírus. Em uma conferência de imprensa ele estava suando e limpando o suor na testa durante toda a conferência, logo após deu entrada no Hospital.

Em 26 de fevereiro, o Ministério da Saúde reportou mais 44 novos casos (elevando para 139 casos no país) e 6 novas mortes, totalizando 19 mortos.

Em 27 de fevereiro foram reportados mais 126 casos quase que dobrando o total de infectados pelo COVID-19 no país, totalizando 245 infectados sendo 26 destes já mortos. A Vice-presidente do Irã para assuntos da Mulher e da Família, Masoumeh Ebtekar também testou positivo para o novo coronavírus. Duas personalidades morrem pelo coronavirus, O Ex-embaixador do Irã no Vaticano, Hadi Khosroshahi e a jogadora de futebol feminino Elham Sheikhi.

Iraque

Em 24 de fevereiro, as autoridades de Najaf confirmaram o primeiro caso no país, um viajante que esteve no Irã recentemente.

Em 26 de fevereiro, o Iraque anunciou mais 4 novos casos de COVID-19 totalizando 5 casos no país.