Taren Stinebrickner-Kauffman (4 de novembro de 1981) é uma ativista australo-americana. É a fundadora da SumOfUs e atuou como sua diretora executiva até 2016. Em março de 2012, ela e o grupo criticaram ativamente as condições de trabalho na Foxconn, fornecedora da Apple Inc. Alt URL De 2020 a 2022, Taren atuou como presidente da New Media Ventures, uma empresa de capital de risco sem fins lucrativos focada em organizações progressistas.
Biografia Ela é filha de dois professores da Universidade DePauw: o ex -jogador de basquete de Georgetown Bruce Stinebrickner e a autora Kelsey Kauffman. Ela foi criada em Greencastle, Indiana.Robert A. Duffey Scholar-Athlete Award, Georgetown University Scholar-Athlete Award. Retrieved 7 July 2014.
Ela se formou summa cum laude e Phi Beta Kappa em matemática pela Duke University em 2004."Crain Lecture Series Welcomes Pollster Taren Stinebrickner-Kauffman", Depauw University, 26-11-2006. Retrieved 26-05-2014.
Vida profissional Taren trabalha em tecnologias de impacto social, política democrática, defesa do consumidor, responsabilidade corporativa, defesa ambiental e movimentos trabalhistas nos EUA. Trabalhou nos grupos Avaaz.org, Alliance for Climate Protection, MoveOn.org e AFL -CIO. Fundou a SumOfUs em 2011, atuando como Diretora Executiva e chefiando a organização até o patamar de 5 milhões de membros. Taren passou a atuar como gerente sênior de produtos na Change.org, posteriormente se tornando empreendedora residente na New Media Ventures, onde assumiu a presidência em março de 2022, chefiando a organização durante a fase inicial da pandemia de COVID-19 e focando a organização para trabalhar em direitos de voto e mídias locais. Também faz parte do conselho da Consumer Reports.
Vida pessoal Ela foi parceira do ativista da Internet Aaron Swartz até seu falecimento.Peltz, Jennifer (19 January 2013), "Hundreds honor information activist Swartz", Associated Press, USA Today. Retrieved 24 January 2013. Em 2011, Swartz foi processado pela procuradora dos Estados Unidos, Carmen Ortiz, por violações da Lei de Abuso e Fraude de Computador (CFAA) e, face ao risco de 50 anos de prisão e de um milhão de dólares em multas caso exercesse seu direito assegurado pela Sexta Emenda a um julgamento público e viesse a ser condenado, suicidou-se em 2013. Taren foi a primeira pessoa a encontrar seu corpo sem vida.MIT Concludes It Did Nothing Improper In Case Of Internet Activist's Aaron Swartz's Suicide — Swartz's Girlfriend Calls 'BS', Business Insider, Alyson Shontell, July 30, 2013. Retrieved September 18, 2020.
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