Principado de Khachen () foi um principado medieval armênio no território da província histórica de Artsaque (atualmente Azerbaijão).Howorth, Henry Hoyle (1876). History of the Mongols: From the 9th to the 19th CenturyLongmans, Green, and Co. p. 14 В.А. Шнирельман, Албанский миф, 2006, Библиотека «Вeхи» Аджаиб ад-дунья. Чудеса мира, ред. Смирнова Л.П., М. Наука. 1993 Абу Дулаф. Вторая записка. Ред. Беляев В., М., Наука. 1960 (Комментарии) The New Encyclopædia Britannica by Robert MacHenry, Encyclopædia Britannica, inc, Robert MacHenry, (1993) p.761
História
As províncias de Artsaque e Otena foram anexadas a Grande Armênia na Antiguidade Clássica, embora mais tarde tenham sido perdidas para a Albânia caucasiana. No início do período medieval, essas províncias estiveram sob a suserania sassânida e depois sob a suserania árabe até o estabelecimento do Reino Bagrátida da Armênia no século IX. A partir do século XII, o principado de Khachen dominou a região. O imperador bizantino Constantino VII endereçou suas cartas ao príncipe de Khachen com a inscrição "Ao Príncipe de Khachen, Armênia".
Todas as fontes contemporâneas referem-se ao governante do principado, um príncipe armênio. A família principesca armênia de Haçane-Jalaliã começou a governar grande parte de Khachen e Artsaque em 1214. Em 1216, os Jalaliã fundaram o mosteiro de Ganzasar que se tornou a sede dos católicos apostólicos armênios da Albânia, forçados a irem de Partava (Barda) para Khachen devido à constante islamização da cidade. Os principados de Camsa (Os cinco) mantiveram a autonomia armênia na região durante as Guerras persa-otomanas. Em 1603, os persas estabeleceram um protetorado sobre Camsa e patrocinaram o estabelecimento de um canato local em 1750.
O nome Camsa, que era usado pelos árabes para designar o Estado, refere-se aos cinco Melicados armênios que governavam o Estado.
Notas
Categoria:História de Artsaque Categoria:Azerbaijão na Idade Moderna Categoria:História da Arménia