Memórias do Coronel Falcão ZOKNER, Cecilia. "Memórias do Coronel Falcão: as lides." Literatura do continente. 26 de janeiro de 2019TORNQUIST, Helena. Aureliano de Figueiredo Pinto. Porto Alegre: IEL, 1989.APPEL, Carlos Jorge. "Memórias do Coronel Falcão". IN: PINTO, Aureliano de Figueiredo. Memórias do Coronel Falcão. Porto Alegre: Ed. Movimento, 1986.CESAR, Guilhermino. "Memórias do Coronel Falcão". IN: Notícia do Rio Grande: literatura. Organização e introdução: Tânia Franco Carvalhal. Porto Alegre : IEL, Editora da Universidade/UFRGS, 1994. é um romance publicado em Porto Alegre no ano de 1973, obra póstuma de Aureliano de Figueiredo Pinto OLIVEIRA, S. M. N.; COLACO, S. F.; GASTALDO, E. E.. A Presença de Elementos Autobiográficos do Autor Aureliano de Figueiredo Pinto na Obra Memórias do Coronel Falcão. 2003. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Literatura) - Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões, 2003.. A narrativa teria sido escrita entre os anos de 1936 e 1937 , marcada pelas características do Neorealismo DACANAL, José Hildebrando (org.). O romance modernista: tradição literária e contexto histórico. Porto Alegre : Ed. da UFRGS, 1990". presente na Literatura Brasileira ARENDT, João Claudio; NEUMANN, Gerson Roberto (Orgs.). Regionalismus, Regionalismos: subsídios para um novo debate. Caxias do Sul: Educs, 2013.OLIVEN, Ruben George. A parte e o todo: a diversidade cultural no Brasil-Nação. Petrópolis: Vozes, 1992.. O romance FISCHER, Luís Augusto. Conversa urgente sobre uma velharia: uns palpites sobre a vigência do regionalismo. Revista Cultura e Pensamento. Brasília, n. 3, dezembro de 2007, pp. 127-139. de Aureliano de Figueiredo Pinto é contemporâneo, por exemplo, da trilogia do gaúcho a pé de Cyro Martins que apresenta um gaúcho depauperado, desmitificado POZENATO, José Clemente. O Regional e o Universal na Literatura Gaúcha. Porto Alegre: Editora Movimento, 1974.ZILBERMAN, R.; MOREIRA, M. E.; ASSIS, L. A. Pequeno dicionário da literatura do rio Grande do Sul. Porto Alegre: Novo Século, 1999., se comparado ao mesmo modelo representado, por exemplo em O gaúcho, de José de Alencar, e Contos Gauchescos, de João Simões Lopes Neto.TORNQUIST, Helena H. Fava. "Presenças e deslocamentos: Lugares e quadros da memória cultural". Monografia. 26 de janeiro de 2019.PÁGINA DO GAÚCHO. "Aureliano de Figueiredo Pinto". 26 de janeiro de 2019.CHAVES, Flávio Loureiro. História e literatura. 2.ed. Porto Alegre: Ed.da UFRGS, 1991.

Com uma produção literária OURIQUE, João Luis. "O ritmo da palavra: questões sobre oralidade." Revista Guavira. Disponível em http://marcacini.com.br/seer/index.php/guavira/article/view/134. 30 de janeiro de 2019.CLEMENTE, Elvo. "Aureliano de Figueiredo Pinto." IN: CLEMENTE, Elvo. Folhas do caminho. Porto Alegre: EdPUCRS, 2003. que transita entre a poesia e a prosa OURIQUE, João Luis Pereira. Poesia e História em Aureliano de Figueiredo Pinto' 2003, 106 f. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-graduação em Letras. Universidade Federal de Santa Maria, 2003.ABBOT, Milena de Oliveira: Payador, pampa e guitarra. 2015, 118 p. Dissertação (Mestrado em Letras). Programa de Pós-graduação em Letras. Universidade Federal de Pelotas, 2015. Disponível em https://wp.ufpel.edu.br/ppgl/files/2015/07/DISSERTA%C3%87%C3%83O-MILENA-DE-OLIVEIRA-ABOTT.pdf 30 de janeiro de 2019.MENDES, Paulo Ricardo Cunha. Metáfora e regionalismo (breve ensaio sobre a poesia de Aureliano de Figueiredo Pinto. Porto Alegre, 1997. Dissertação (Mestrado em Letras). Instituto de Letras. Univ. Federal do Rio Grande do Sul, 1997., Aureliano de Figueiredo Pinto MUHM. Museu da História da Medicina. Aureliano de Figueiredo Pinto. 26 de janeiro de 2019.LITERATURA & HISTÓRIA (Grupo de Pesquisa Literatura e História do Programa de Pós-graduação em Letras da UFSM). Aureliano de Figueiredo Pinto. ' 26 de janeiro de 2019 SANTOS, Pedro Brum. "Gaúchos de 30" Blog mantido pelo Prof. Dr. Pedro Brum Santos. Programa de Pós-graduação em Letras. UFSM. 26 de janeiro de 2019. destacou-se com a publicação de Memórias do Coronel Falcão SCHLEE ,Aldyr Garcia. “Testemunhos de identidade”. SCHULER, Fernando Luis; BORDINI, Maria da Glória (org.). Cultura e identidade regional. Porto Alegre: EdPUCRS, 2004. por abordar o universo interiorano, a política que se desenvolvia nas pequenas comunidades ao tempo do governo Borges de Medeiros FÉLIX, Loiva Otero. Coronelismo, borgismo e cooptação política. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1987., no início do século XX MAROBIN, Luiz. A Literatura no Rio Grande do Sul: aspectos temáticos e estéticos. Porto Alegre: Martins Livreiro, 1985., oferecendo um painel revelador de seu tempo e espaço. A incursão político-partidária do coronel acabaria por dilapidar as suas posses, afastar-lhe os amigos, levando-o à decadência, à solidão DACANAL, José Hildebrando. "Memórias do Coronel Falcão: a crise da oligarquia gaúcha". IN: MASINA, Lea et. all. A geração de 30 no Rio Grande do Sul: literatura e artes plásticas. Porto Alegre: EdUFRGS, 2000..

Sobre a obra O romance VINICIUS FIGUEIRA. 26 de janeiro de 2019] traz a história de um fazendeiro – solteiro e sem filhos - convidado a concorrer a prefeito numa pequena cidade do interior, sucedendo-se, a partir daí, os fatos relacionados à campanha, às eleições e à administração municipal, entremeados por episódios da vida particular do protagonista. Para sua candidatura, o coronel e sua comitiva buscaram apoio direto do Presidente da Província de então, Borges de Medeiros, com quem ele avalia ter aprendido importantes noções sobre política, repetindo com relativa frequência os conselhos que ouvira dele. Reaparecem no romance os campos do interior gaúcho; as lides campeiras, as pequenas intrigas das cidades interioranas, os jogos de interesse da política local.ZILBERMAN, Regina. "Literatura gaúcha": temas e figuras da ficção e poesia do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: L&PM, 1985. Pode-se afirmar que o coronel é digno representante de uma oligarquia rural que comandou as estâncias gaúchas durante muitos anos e o romance traz esses indícios, que aparecem, por exemplo, nos encontros entre os políticos que ocorrem na casa do protagonista ou na sua relação com uma mulher casada, as viagens que realizam ou ainda nas transações comerciais que efetua,Luis Augusto Fischer. "O futuro nos aguarda". Revista FEE. Disponível em https://revistas.fee.tche.br/index.php/ensaios/article/viewFile/1650/2019 26 de janeiro de 2019. indicando que, aos poucos, essa classe social perde a primazia PESAVENTO, Sandra Jatahy. História do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1984..

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