Alexandre Teixeira de Freitas Rodrigues (Brasília, 1 de agosto de 1981), é um advogado e político brasileiro, filiado ao Partido Novo (NOVO). Foi deputado estadual do Rio de Janeiro, entre 2019 e 2023.
Carreira política
Deputado Estadual do RJ Nas eleições de 2018 foi eleito pelo NOVO como deputado estadual pelo Rio de Janeiro.
Freitas denunciou ao Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, junto com o também deputado Paulo Ganime, a suspeita de superfaturamento na compra de respiradores pelo governo do então governador Wilson Witzel. Tais suspeitas levaram à prisão do ex-subsecretário de Saúde do RJ, Gabriel Neves.
Desta forma foi coautor do pedido de Impeachment do governador, Wilson Witzel, ocupando assento na Comissão Especial de Impeachment.
Atuação Alexandre Freitas é coautor da Lei nº 1.805/2020, que regulamenta a Lei Federal nº 13.874/2019 no âmbito estadual. A lei dispensa a necessidade de autorização prévia de órgãos públicos para o exercício de atividades no Estado do Rio de Janeiro. A medida abrange 280 atividades classificadas como de baixo risco, que podem ser desempenhadas por pessoas físicas ou jurídicas sem a exigência de atos administrativos, tais como autorização, licença, alvará, concessão, inscrição, permissão ou cadastro, entre outros procedimentos burocráticos necessários ao início das operações.
Expulsão e retorno ao NOVO Em 18 de agosto de 2021 foi comunicada a expulsão de Alexandre Freitas do NOVO. O partido alegou que o deputado estadual é reincidente em atitudes que contrariaram o Estatuto e o Código de Conduta do NOVO, tal como ofender um dirigente do partido.
Em dezembro de 2021, filiou-se ao Podemos, onde tentou a eleição para deputado federal, mas não foi eleito. Em 2024 migrou para o PL, de Jair Bolsonaro e Valdemar Costa Neto, onde tentou a eleição para vereador da cidade do Rio de Janeiro, também sem êxito.
Em agosto de 2025, retornou ao NOVO e anunciou sua pré-candidatura à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.
Condenação por danos morais coletivos Em 2024, Freitas foi condenado pela Justiça Federal do Rio de Janeiro a pagar 30 mil reais por danos morais coletivos em razão de publicações na plataforma X, classificadas pela Justiça como racismo recreativo. O caso teve origem em uma postagem feita em agosto de 2022, na qual o parlamentar afirmou que defenderia o porte de fuzis “dependendo da cor”, acompanhada de uma montagem com imagens em que aparece portando armas de diferentes cores. Freitas alegou que sua postagem não passou de uma “brincadeira” sobre a cor dos fuzis, mas a Justiça considerou que o tom supostamente ambíguo e alegadamente jocoso não o isenta de responsabilidade.
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