Mariana Angélica de Andrade (Casa Branca, Sousel, 11 de maio de 1840 – Setúbal, 14 de novembro de 1882) foi uma poetisa portuguesa.

Biografia Nasceu em Casa Branca, Sousel, a 11 de maio de 1840. Era filha de Francisca Pereira, natural do Porto (freguesia de Santo Ildefonso), e de Joaquim Caetano, poeta, escritor e jornalista, natural de Évora (freguesia de Santo Antão). Era descendente do poeta Curvo Semedo. Com quatro anos, foi viver para Setúbal com a madrinha.

A 17 de agosto de 1881, casou na Casa da Administração do Bairro Ocidental de Lisboa com o escritor e filólogo Cândido de Figueiredo. Foi testemunha do casamento o oficial do Exército Fernando da Costa Leal. Da relação já tinham nascido duas filhas: Rosalinda (n. 1875) e Corina (n. 1877).

Morre vítima de tuberculose pulmonar. É enterrada no Cemitério dos Prazeres, a 16 de novembro de 1882. Depois da sua morte, os vários jornais denominam-na "Poetisa do Sado".

Obras

Obras impressas Murmúrios do Sado (prefácio de Gomes de Amorim), Setúbal, Typographia José Augusto Rocha, 1870 Reverberos do Poente (prefácio de Gomes de Amorim), Porto, Joaquim Antunes Leitão, 1883

Colaboração em obras periódicas Gazeta Setubalense Aspirações Voz Feminina (1868-1869) Almanaque de Lembranças (1867) Almanaque de Senhoras (1871) "Liberdade" Grinalda Literária, 10/06/1874 Gazeta das Salas, 1877

Ver também Mariana Angélica de Andrade, "a poetisa do Sado"

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