Água Virgem ) foi um dos onze aquedutos romanos clássicos que forneciam água para Roma. Ele caiu em desuso depois da queda do Império Romano do Ocidente, mas foi totalmente restaurado quase um milênio depois, durante o Renascimento, e passou a se chamar Acqua Vergine.
História O aqueduto foi construído em por Marco Agripa na época do imperador romano Augusto e restaurado por Cláudio. Sua fonte fica próxima do oitavo miliário da Via Colatina, a cerca de 3 km da Via Prenestina. Segundo uma lenda recontada por Frontino, soldados romanos sedentos teriam pedido água à uma jovem, que os levou a uma fonte que depois foi canalizada pelo aqueduto. E desta "virgem" recebeu seu nome.
Ao longo de mais de 20 quilômetros, o aqueduto tem um declive de apenas 4 metros antes de chegar ao centro do Campo de Marte. Em sua vazão máxima, a Água Virgem era capaz de entregar m de água todos os dias. Seu trajeto era quase todo subterrâneo. Em 537, os ostrogodos que cercavam Roma tentaram utilizar este canal para invadir a cidade segundo o relato de Procópio.
Depois de cair em desuso, a Água Virgem foi restaurada pelo papa Adriano I no . Depois de uma restauração completa e uma ampla remodelação, da fonte até seus pontos finais, do Píncio até o Quirinal e no Campo de Marte, em 1453, o papa Nicolau V rebatizou o aqueduto de Acqua Vergine.
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Categoria:19 a.C. Categoria:Aquedutos clássicos em Roma Categoria:Projetos de construção de Augusto Categoria:Roma Q. XXI Pietralata