Arlete Ivone Caramês (Porto União, 15 de setembro de 1943 – Curitiba, 24 de março de 2026), foi uma ativista e política brasileira filiada ao Partido Progressista (PP).

Biografia Arlete Caramês foi funcionária do Banco do Estado do Paraná e ficou conhecida após o desaparecimento de seu filho em 1991, em Curitiba. O caso, na época, ganhou as principais manchetes no Paraná e teve grande repercussão nacional, o que levou a criação em 1995 do Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas.

Em 1998, candidatou-se a deputada federal pelo Partido Progressista Brasileiro (PPB), não sendo eleita. Já em 2000, foi eleita vereadora de Curitiba e, em 2002, elegeu-se deputada estadual pelo PPS. Em 2010 tentou novamente o cargo de deputada estadual, porém não obteve êxito.

Depois do desaparecimento de seu filho, criou a ONG "Movimento Nacional em Defesa da Criança Desaparecida do Paraná" (CriDesPar) e ajudou na criação da Lei 11.259, de 30 de dezembro de 2005, que alterou a redação do Estatuto da Criança e Adolescente para que buscas imediatas ocorram logo depois que desaparecimentos de crianças sejam informados para as autoridades competentes.

Arlete faleceu em Curitiba aos 82 anos, onde estava internada após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC) hemorrágico.

Categoria:Naturais de Porto União Categoria:Vereadores de Curitiba Categoria:Deputados estaduais do Paraná Categoria:Políticos do Paraná do século XXI Categoria:Membros do Progressistas do Paraná Categoria:Membros do Cidadania (partido político) do Paraná Categoria:Mulheres de Santa Catarina na política Categoria:Vereadoras do Brasil Categoria:Pessoas do Banco do Estado do Paraná Categoria:Mulheres ativistas do Brasil Categoria:Bancários do Brasil