SissítiaCândido de Figueiredo. Novo dicionário da língua portuguesa. Library of Alexandria; 1937. ISBN 978-1-4655-6829-8. p. 8032. ( ta syssítia) era uma refeição comum de homens e jovens em grupos sociais ou religiosos, especialmente em Creta e Esparta, na Grécia Antiga, embora também em Mégara, no tempo de Teognis (século 6 a.C. ) e em Corinto no tempo de Periandro (século 7 a.C.) que parece ter abolido a prática por ser favorável à aristocracia.A Dictionary of Greek and Roman Antiquities. Harvard University; 1843. p. 941.

Esparta Na idade de 30 anos, chegava o momento mais crítico na vida de um homem espartano, nessa idade ele era autorizado a se casar e o mais importante, poderia ser eleito para fazer suas refeições na sissítia. Havia cerca de quinze membros em cada syssition, também conhecida como phydition. A participação na sissítia era, assim como outros aspectos do agogê, obrigatória para a adesão no homoioi, ou pares. Os espartanos eram admitidos a partir dos trinta anos de idade, após um ritual descrito por Plutarco em sua obra Vida de Licurgo (ch 12):

Esses jantares só tinham a admissão de jovens quando eles conseguiam a recomendação de seus erastes. Estes momentos eram associados ao processo educacional do jovem, que podia aprender por meio de conversas com os adultos e não por meio do medo. A cidadania espartana só podia ser adquirida por meio da participação nas sissítias.

Creta Aristóteles expressou sua preferência pelos sistema de Creta comparado ao sistema espartano ao dizer:Aristóteles, Política, 2.1272a

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