António José de Orta ComNSC (Huelva, Alosno, bap. 9/10 de Fevereiro de 1804Foi baptizado com o nome de José Antonio (José António). Usou, porém, o nome próprio invertido: Antonio José (António José). — Lisboa, 5 de Janeiro de 1873), 1.º Visconde de Orta, foi um grande comerciante e empresário de origem andaluza que se radicou em Portugal.

Família Filho de Manuel de Orta (Alosno, c. 1765 - ?) e de sua mulher (Alosno, 13 de Novembro de 1796) Juana de la Cruz Galán, neto paterno de Francisco Martínez de OrtaFilho de Manuel Martínez de Orta, oriundo provavelmente de Villablanca, perto de Ayamonte, e de sua mulher Ana Gómez. e de sua mulher Catalina Alonso XiménezXiménez,Filha de Juan Ximénez Rodríguez Zerrefón e de sua mulher María Gómez Marín. e neto materno de Juan Lorenzo GalánFilho de Tomás Lorenzo Galán e de sua mulher María Gómez. e de sua mulher María Madalena Moreno Borrero.Filha de Juan Moreno Borrero e de sua mulher Juana de la Cruz GarcíaForam seus irmãos Antonio de Padua (António de Pádua) de Orta (Alosno, bap. 17 de Abril de 1816 - ?), Senhor da Herdade de Val de Ervanços, em Vila Verde de Ficalho, casado no Alosno a 14 de Abril de 1836 com María de la Gracia (Maria da Graça) Thoronjo, filha de Luis Eugenio Thoronjo e de sua mulher María de la Encarnación Rebollo Roldán, neta paterna de Sebastián José Medero Pérez Thoronjo e de sua mulher María de la Gracia Ponza Blanco Ximénez, e neta materna de José Rodríguez Rebollo Roldán e de sua mulher María de los Santos Carrasco, com geração, dos quais descendem os de Orta do Alentejo, e Juan José de Orta, que casou a 30 de Setembro de 1827 com Juana Salvadora Vásquez de Monterde, sem mais notícias."Raízes e Memórias", Associação Portuguesa de Genealogia, Lisboa, N.º 10, pp. 178 e 199

Biografia Foi Comissário Ordenador da Marinha Espanhola, Fidalgo Cavaleiro da Casa Real Portuguesa por Decreto de D. Maria II de Portugal de 1852, e Comendador da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa."Nobreza de Portugal e do Brasil", Direcção de Afonso Eduardo Martins Zúquete, Editorial Enciclopédia, 2.ª Edição, Lisboa, 1989, Volume Terceiro, p. 80 Segundo informações dum seu tetraneto, D. Luís Gonzaga de Lancastre e Távora, que usou os títulos de 10.º Marquês de Abrantes, 17.º Conde de Penaguião e 13.º Conde de Vila Nova de Portimão e que em Monarquia seria Representante dos Títulos de Conde de Matosinhos Senhor de São João da Foz, Conde de Alcanede e Conde de Sortelha, era Fornecedor-Geral dos Exércitos Nacionais, o que lhe trouxe uma fortuna considerável e notabilíssima, uma das maiores da Península Ibérica."Raízes e Memórias", Associação Portuguesa de Genealogia, Lisboa, N.º 10, p. 178

O título de 1.º Visconde de Orta foi-lhe concedido por Decreto de D. Fernando II de Portugal, Regente na menoridade de D. Pedro V de Portugal, de 5 de Julho de 1854.Bandeiras, de Lisboa, p. 276 . Armas de Mercê Nova, concedidas por Alvará de D. Fernando II de Portugal, Regente na menoridade de D. Pedro V de Portugal, de 27 de Setembro de 1854: escudo esquartelado, o 1.º de azul, um leão rompente de ouro, o 2.º de prata, um braço nu de carnação em faixa, empunhando uma chave de azul (de Orta diferenciado), o 3.º de prata, uma aspa de vermelho coticada de ouro, e o 4.º de azul, um Caduceu de Mercúrio de ouro em pala; timbre: desconhecido; coroa de Visconde.

Casamento e descendência Casou no Alosno a 31 de Dezembro de 1821 com Manuela de Jesús Thoronjo (1802 - 1874), filha de Barnabé Ponze Thoronjo e de sua mulher María de la Encarnación Morón, neta paterna de Fernando de la Escallera Thoronjo e de sua mulher María Gómez e neta materna de Diego Vásquez Morón e de sua mulher María Gómez Borrero,"Raízes e Memórias", Associação Portuguesa de Genealogia, Lisboa, N.º 10, pp. 178, 179, 194 e 197 da qual teve quatro filhas e um filho: Juana de la Cruz (Joana da Cruz) de Orta (Alosno, bap. 14 de Julho de 1823Baptizada em sua casa por necessidade por Manuel de Orta, e tiveram-na nos braços para os exorcismos Francisco de Orta e Elvira Martínez Thoronjo. O assento paroquial é do dia seguinte, 15 de Julho. - ?), casada a 8 de Maio de 1842 com Guilherme José Enes (Lisboa - 13 de Agosto de 1893), com geração Barnabé (Barnabé) de Orta (Alosno, bap. 20 de Janeiro/21 de Abril de 1825 - ?), 2.º Visconde de Orta, cujo título foi-lhe renovado por Decreto de D. Luís I de Portugal de 21 de Dezembro de 1876, solteiro, sem geração legítima María Francisca de Paula (Maria Francisca de Paula) de Orta (Alosno, bap. 31 de Dezembro de 1832Baptizada tendo por Padrinho seu tio Antonio de Padua de Orta. - ?), Dama da Ordem das Damas Nobres de Espanha, casada a 19 de Setembro de 1857 com Joaquim Tomás Lobo de Ávila (Santarém, 15 de Novembro de 1819 - Lisboa, 1 de Fevereiro de 1901), 1.º Conde de Valbom, com geração Antónia Maria de Orta (Lisboa, 21 de Novembro de 1838 - ?), casada a 29 de Julho de 1857 com António Joaquim Vieira de Magalhães (1822 - 1903), 1.º Barão de Magalhães e 1.º Conde de Magalhães, filho do primeiro casamento do 1.º Barão de Alpendurada e 1.º Visconde de Alpendurada, com geração feminina Maria da Encarnação de Orta (Lisboa, 21 de Janeiro de 1841 - ?), casada a 14 de Janeiro de 1863 ou a 14 de Fevereiro de 1868 com Augusto Correia Godinho Ferreira da Costa (1 de Agosto de 1840 - 7 de Junho de 1909), 1.º Visconde de Rio Sado, filho do 1.º Visconde de Correia Godinho, sem geração

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