thumb|right|O Motor Ford Cosworth DFV 3.0 V8. thumb|right|O Ford Cosworth DFV do Ligier JS11. thumb|direita|O motor Ford Cosworth DFR 3.5 V8 num Arrows A11B da temporada de (. thumb|direita|O Motor Ford Cosworth DFV 3.0 V8 em um Lotus 49. thumb|direita|O Motor Ford Cosworth DFV 3.0 V8 em um Lotus 81. thumb|direita|O Motor Ford Cosworth DFV 3.0 V8 em uma Tyrrell 003. thumb|direita|O Motor Ford Cosworth DFV 3.0 V8 em uma Tyrrell 008. thumb|direita|O Motor Ford Cosworth DFY 3.0 V8 em uma Tyrrell 012. thumb|direita|O Motor Ford Cosworth DFV 3.0 V8 em uma McLaren M23. thumb|direita|O Motor Ford Cosworth DFV 3.0 V8 em uma McLaren M23. thumb|direita|O Motor Ford Cosworth DFV 3.0 V8 em uma Brabham BT49. thumb|direita|O motor Ford Cosworth GBA V6 Turbo, que equipou as equipes Haas Lola e Benetton entre 1986 e 1987. thumb|Direita|Ford Cosworth GBA

Os motores Cosworth conquistaram treze títulos do Campeonato de Pilotos e dez do Campeonato de Construtores na Fórmula 1.

A história dos motores Cosworth na Fórmula 1 começou em . Porém, o sucesso começou em após a empresa, com a ajuda de Colin Chapman, convencer a Ford a adquirir os direitos do projeto de seu motor e assinar um contrato de desenvolvimento — incluindo uma versão de oito cilindros, que resultou no DFV, que dominou a Fórmula 1 por muitos anos. A partir desta época, a Cosworth foi apoiada pela Ford por vários anos, e muitos dos projetos Cosworth eram propriedade da Ford e nomeados como motores Ford sob contratos similares. Após mais de três décadas de parceria, a Ford comprou a Cosworth em 1998, mas acabou vendendo a empresa em 15 de novembro de 2004 para os donos da extinta Champ Car.

História A Cosworth forneceu motores durante dois períodos distintos na Fórmula 1.

Primeira fase Quando a Ford decidiu fazer suas primeiras investidas na Fórmula 1, que já era o maior laboratório tecnológico do automobilismo. Ainda era uma época em que os motores eram construídos por pequenas oficinas — quase laboratórios — com pouca participação de grandes empresas. Com isso, a gigante estadunidense preferiu não entrar sozinha na categoria e decidiu se associar a um desses pequenos laboratórios para adaptar seu trabalho na Fórmula 1. Esse trabalho foi feito pela Cosworth, que foi fundada pela dupla de engenheiros britânicos Mike Costin e Keith Duckworth em 1958.

As primeiras iniciativas foram tímidas e apenas a título de pesquisa. Em 1963, quando o regulamento da categoria restringia a capacidade do motor a até 1.500 cc, a empresa esteve presente no GP dos Estados Unidos. No ano seguinte disputou a corrida da Grã-Bretanha e em 1965 teve mais uma participação, no GP da África do Sul.

Em 1966, a Ford decidiu financiar o desenvolvimento pela Cosworth de um novo motor para a Fórmula 1, o Ford Cosworth DFV 3.0 V8 (405 hp), para a equipe Lotus na temporada , que conquistou o segundo lugar no campeonato de construtores, chamando a atenção de outras equipes para os poderosos motores. Já na temporada seguinte () conquista o Título de Pilotos, com Graham Hill e o Título de Construtores com a Lotus. Os motores DFV conquistam todos os títulos até a temporada (460 hp).

Após seu auge na Fórmula 1, conquista mais seis Campeonatos de Pilotos (, , , , , (ZETEC-R com 750 hp)) e três campeonatos de Construtores (, , ) (nessa época com potência em torno de 490 hp).

Segunda fase A Cosworth retorna a Fórmula 1 na temporada fornecendo o Cosworth CA2010 2.4 V8 (aproximadamente 730 hp) para quatro equipes: Williams, Lotus Racing, Hispania e Virgin, sem nunca conquistar bons resultados.

Coube à equipe de Grove o único momento de sucesso da temporada. E foi o estreante Nico Hülkenberg o responsável. Com uma performance assombrosa no tumultuado e chuvoso treino classificatório para o GP do Brasil ― o penúltimo daquele ano ―, o alemão conseguiu a posição de honra do grid para a corrida brasileira, a bordo do Williams FW32, empurrado pelo Cosworth CA2010. Foi também a primeira e única pole da história da fábrica desde que entrou na F1 de forma independente, em 2005Estepe: A última música dos motores (em português), Revista Warm Up, Edição 45 - Dezembro de 2013.

Para a temporada forneceu motores para duas equipes: Hispania e Marussia.

Em , a fabricante inglesa forneceu apenas para a Marussia, o última ano da era dos motores V8.

Apesar dos esforços em tentar construir o V6 Turbo que representa a grande virada no regulamento da Fórmula 1 para , a Cosworth se viu impedida de levar o projeto adiante em meio a rumores de complicações financeiras e venda. Os acionistas da empresa também não encontraram parcerias comerciais suficientemente seguras para justificar o grande investimento no próximo ano. Além disso, o evidente alto orçamento para o desenvolvimento contínuo do propulsor foi a principal justificativa da marca, que acabou por desistir de permanecer na categoria.

Fornecimento de Motores