thumb|350px|right|Representação de uma LIFO com as operações push (empilhar) e pop (desempilhar). Em ciência da computação, LIFO (acrônimo para a expressão inglesa Last In, First Out que, em português significa último a entrar, primeiro a sair) refere-se a estrutura de dados do tipo pilha. É equivalente a FILO, que significa First In, Last Out .
O conceito de pilha é amplamente utilizado na informática, como, por exemplo, durante a execução de um programa, para o armazenamento de valores de variável local a um bloco e também para conter o endereço de retorno do trecho de programa que chamou a função ou procedimento atualmente em execução.
Usa-se os termos push e pop para denominar a inserção e remoção de elementos da pilha, respectivamente. Usa-se o termo top para consultar o elemento do topo da pilha, sem o remover.
Uma pilha é uma lista linear na qual o primeiro elemento a entrar é o último elemento a sair. Ela possui apenas uma entrada, chamada de topo, a partir da qual os dados entram e saem dela.
Segue o exemplo abaixo a implementação de uma pilha de tamanho dinâmico, onde o usuário poderá interagir com a pilha(inserindo números , excluindo itens, listando itens da pilha) tudo isso usando alocação dinâmica de memória em C :
//(Micael Nascimento) #include <stdio.h> #include <stdlib.h>
typedef struct { int tam; int topo; int *vet; }tp_pilha;
int pilha_vazia(tp_pilha *pilha){ if(pilha->topo==-1){ return 1;
else return 0; } void inserindo(tp_pilha *pilha){ int numero; pilha->tam++;
pilha->vet = (int*) realloc(pilha->vet,pilha->tam*sizeof(int));
printf("insira numero:"); scanf("%i",&numero);
pilha->topo++; pilha->vet[pilha->topo]=numero; } void excluindo(tp_pilha *pilha){ if(!pilha_vazia(pilha)){ pilha->vet[pilha->topo]=NULL; pilha->topo--;
else printf("pilha vazia!\n"); }
void listar(tp_pilha *pilha){ int i; int n = pilha->tam;
if(!pilha_vazia(pilha)){ for(i=n-1;i>=0;i--){ if(pilha->vet[i]!=0){ printf("%i\n",pilha->vet[i]);
else printf("pilha vazia!\n"); }
main(void){
char verifica;
tp_pilha pilha={0,-1,0};
while(verifica!='s'){ printf("(i)nserir/(l)istar/(e)xcluir/(s)air: "); fflush(stdin); scanf("%c",&verifica);
switch(verifica){ case'i': inserindo(&pilha); break; case'e': excluindo(&pilha); break; case'l': listar(&pilha); break; default: return 0;
//Micael Nascimento }
Exemplo de utilização da pilha substituindo recursão no cálculo do Fatorial de N, implementado em Java no mais puro estilo da linguagem C
/** * Fatorial de N utilizando o conceito de pilha *@autor Tarcnux *@param N Inteiro * * Para compilar * javac Fatorial.java * * Para rodar * java Fatorial */
import java.util.Stack; import java.util.Scanner;
class Fatorial { public static void main (String[] args)
Scanner scan = new Scanner ( System.in ); int n=1; System.out.print("\nDigite um numero: "); n = scan.nextInt(); Fatorialx(n);
public static void Fatorialx( int N )
Stack <Integer> pilha = new Stack<Integer>(); int fatorial = 1, aux = N;
//Empilha while(aux > 1) pilha.push(aux--); //Empilha e depois decrementa
while(!pilha.empty()) //Enquanto há elementos na pilha fatorial *= pilha.pop(); //Desempilha e calcula o Fatorial
System.out.println("O fatorial de " + N + " eh: " + fatorial);
Outras estruturas algébricas usadas em Ciências da Computação FIFO Autómato Árvore (estrutura de dados) Árvore B Grafo
Ver também Pilha (informática) RPN
Ligações externas Pilha
Categoria:Estruturas de dados