Partido Regressista é o nome que tomou, durante o período regencial do Brasil, a corrente conservadora que apoiava uma maior centralização do poder, como forma de se combater aquilo que definiam como anarquia, ocorrida durante a segunda regência do Padre Feijó.

Defendendo o Estado centralizador e autoritário,Marco Morel. O período das regências (1831-1840). [S.l.]: Jorge Zahar Editor Ltda, 2003. (pág. 30 e seg.) p. ISBN 8571107467, 9788571107465 tinha por principal líder o conservador Bernardo Pereira de Vasconcelos.José Jobson Arruda. História Integrada: do fim do Antigo Regime à industrialização e ao imperialismo. [S.l.: s.n.], editora Ática. 121-134 p. ISBN 85-08-05403-3

História O Regresso chegou ao poder em 1837, quando ocorre a renúncia de Feijó e ocupa interinamente a Regência o pernambucano Pedro de Araújo Lima. Um dos primeiros gestos do novo Regente foi o beija-mão no Imperador, então menor de idade, Pedro II.

O Regresso foi uma das causas diretas do levante ocorrido em Salvador, conhecido como Sabinada; contra ele Manuel de Araújo Porto Alegre compusera versos que eram cantados nas ruas e diziam: "Viva o amor! Fora o Regresso!''.MOREL, op. cit., pág. 66

Leis conservadoras revogaram, na prática, as inovações liberais introduzidas no Código de Processo Criminal de 1832 e no Ato Adicional, este último pela chamada Lei Interpretativa do Ato Adicional, de 12 de maio de 1840.

Em julho de 1840 os moderados deram o Golpe da Maioridade, proclamando a capacidade plena do jovem monarca, e derrubando os regressistas do poder. O Partido Moderado foi extinto no mesmo ano e seus membros migraram para o Partido Regressista, que depois virou o Partido Conservador.

Ver também Conservadorismo no Brasil

Regressista Categoria:História do Império do Brasil