Parlapatões, Patifes e Paspalhões é um grupo de teatro e comédia de São Paulo, Brasil formado em 1991. Foi formado inicialmente por Alexandre Roit e Hugo Possolo, aos quais se juntaram temporariamente Jairo Mattos e Arthur Leopoldo Silva no ano seguinte.

Histórico Alexandre Roit e Hugo Possolo conhecem-se na Escola de Circo de Santo André e formam o grupo em 1991, passando a realizar seus números na rua. Ao longo dos primeiros anos de atividade, a produção do grupo privilegiou a rua como espaço cênico e as técnicas circenses aliadas ao clown. Neste ano, Hugo Possolo escreve o espetáculo Parlapatões, Patifes e Paspalhões, foi a primeira tentativa de levar elementos do teatro de rua e de circo para dentro da sala de espetáculo; com o sucesso da montagem teatral, o nome passa a ser a denominação do grupo a partir de 1992.

A montagem Sardanapalo foi destaque da Jornada SESC de Teatro de 1993, o espetáculo permaneceu dois anos em cartaz projetando nacionalmente o nome do grupo. Em 1994 Raul Barretto passa a integrar o grupo, formando o seu trio central que durou quase dez anos.

Em agosto de 2002, foi publicado o livro Riso em Cena – os dez anos de estrada dos Parlapatões, do jornalista Valmir Santos em parceria com o Sesc, com depoimentos de diversos artistas e intelectuais, além de um panorama fotográfico da trajetória dos primeiros dez anos de atividades.

O grupo ainda encontra-se em atividade, mantendo uma agenda de eventos. Usam a comédia, circo e teatro de palco e de rua. Além de seus espetáculos, mantêm o seu teatro, o Espaço Parlapatões e o Galpão Parlapatões, centro de ensaios, treinamento e cursos geridos pelo grupo.

Realizações 1991: Bem Debaixo do Seu Nariz, 1991: Nada de Novo,Pia Fraus,circo roda 1991: Parlapatões, Patifes e Paspalhões, 1993: Sardanapalo, 1995: Zérói (que obteve destaque no Festival de Teatro de Porto Alegre), 1996: U Fabuliô, 1997: Piolim, 1998: [email protected], 1998: Não Escrevi Isso, 1998: De Lá Prá Cá, De Cá Prá Lá, 1999: Os Mané, Poemas Fesceninos, Mistérios Gulosos, Água Fora da Bacia (espetáculos breves, nascidos de improvisos), 2000: Um Chopes, Dois Pastel e Uma Porção de Bobagem, 2001: Pantagruel (marcando o aniversário de dez anos de existência do grupo), 2002: Sardanapalo, 2003: As Nuvens e/ou Um Deus Chamado Dinheiro 2004: O Bricabraque (espetáculo infantil), 2004: Os Reis do Riso, 2005: Farsa Quixotesca, 2006: Hércules, 2006: Stapafúrdyo, 2007: Parlapatões Clássicos do Circo (espetáculo infantil), 2008: Bolinha e Bolão (espetáculo infantil), 2008: Vaca de Nariz Sutil, 2009: O Papa e a Bruxa, 2009: São Paulo Fashion Clown, 2009: A Missa do Galho, 2010: DNA – somos todos muitos iguais, 2011: Ridículos Ainda e Sempre (marcando o aniversário de vinte anos de existência do grupo), 2012: Nóis Otário[s] (peça que discutia a corrupção do Brasil), 2013: Parlapatões Revistam Angeli (parceria de texto de Hugo Possolo e Angeli),

Prêmios e indicações 1995: vencedor do Prêmio Estímulo, da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, 1997: indicado ao Prêmio Shell, na categoria especial, 1997: indicado ao Prêmio Mambembe, da Funarte, 1997: vencedor do Prêmio Estímulo “Flávio Rangel”, 1997: vencedor do Grande Prêmio da Crítica 97, da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), 1998: vencedor do Prêmio Associação dos Produtores de Espetáculos Teatrais do Estado de São Paulo (APETESP), na categoria melhor direção, 1998: indicado ao Prêmio Associação dos Produtores de Espetáculos Teatrais do Estado de São Paulo (APETESP), nas categorias ator protagonista e espetáculo, 1998: indicado ao Prêmio Coca-Cola de Teatro Jovem, na categoria melhor cenografia e na categoria especial, 2001: vencedor do Prêmio Estímulo “Flávio Rangel”, 2015: vencedor do Prêmio Zé Renato.

Bibliografia Parlapatões, Patifes & Paspalhões na Enciclopédia Itaú Cultural. Página acedida em 18 de Agosto de 2010.

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