Carlos Augusto Ferreira (Porto Alegre, — Rio de Janeiro, 12 de fevereiro de ) foi um escritor, poeta e jornalista brasileiro.
Biografia Foi poeta membro da Sociedade Partenon Literário e aprendiz de ourives, saudou em verso a D. Pedro IIPORTO-ALEGRE, Achylles. Homens Illustres do Rio Grande do Sul. Livraria Selbach, Porto Alegre, 1917., no Theatro São Pedro, quando o imperador veio a Porto Alegre, em 1865, após a rendição de Uruguaiana.SPALDING, Walter. Itinerário da literatura Sul-rio-grandense, in Enciclopédia Rio-Grandense. Porto Alegre, 1956.
Admirado com o talento do jovem, D. Pedro II quis conhecê-lo pessoalmente e lhe propôs uma viagem de estudos no Rio de Janeiro, custeada pela Corte. Ferreira aceitou prontamente o convite, desistindo de seu noivado com Amália Figueiroa. Tendo recebido do imperador uma bolsa, matriculando-se na Faculdade de Direito de São Paulo, Ferreira porém, pouco antes de se formar, em 1870, declarou-se republicano e abandonou os estudos. Dedicou-se ao jornalismo, trabalhando no Correio Paulistano, onde publicou crônicas semanais.
Mudou-se para Campinas, onde fundou, com Querino dos Santos, a Gazeta de Campinas e depois o Colégio Benjamin Constant.
No fim da vida, a desgraça perseguiu o escritor: morreu-lhe a filha e ele ficou hemiplégico, impossibilitado, portanto, de escrever.
Sucumbiu, no Rio de Janeiro, a 12 de fevereiro de 1913, após lenta agonia.
Obras Como poeta publicou: Cânticos Juvenis, 1867 Rosas loucas, 1868 Alcíones, 1870 Redivivas, 1881 Plumas ao vento, 1908 Também escreveu comédias e dramas para o teatro: Lúcia, 1868 Madalena, 1868 Mártires do coração, 1869 A calúnia, 1871 Os pequenos e os grandes, 1872 O marido da doida, 1874 A esposa, 1880
Categoria:Escritores do Rio Grande do Sul Categoria:Poetas do Rio Grande do Sul Categoria:Dramaturgos do Brasil Categoria:Jornalistas do Rio Grande do Sul Categoria:Naturais de Porto Alegre Categoria:Sociedade Partenon Literário