thumb|Assim como Zorro e Lone Ranger, Juvêncio usava uma máscara negra thumb|As histórias de Juvêncio eram ambientadas no Sertão nordestino.
Juvêncio, o Justiceiro do Sertão, foi uma radionovela do gênero nordestern (um western ambientado no Nordeste brasileiro), criada por Reinaldo Santos. A radionovela estreou no programa Terra Sempre Terra Rádio Piratininga de São Paulo no final da década de 1950, produzido por Reinaldo Santos e que contava com a participação de duplas sertanejas cantando ao vivo.http://www.riototal.com.br/coojornal/vasques206.htm Acessado em 20-07-12 Criado na esteira do sucesso do carioca Jerônimo, o Herói do Sertão criado em 1953. Tinha o formato de uma radionovela, em capítulos que duravam 15 minutos. Reinaldo Santos é o autor da canção "Casinha pequenina", celebrizada pelo filme homônimo interpretada por Mazzaropi. A série se tornou muito popular, com apresentações em shows, circos e gerou até o lançamento de uma revista em quadrinhos pblicada pela Editora Prelúdio. O produtor Vicente Lia era o herói Juvêncio, Adalberto Amaral (menino Juquinha) e Geraldo Jacote (Cicatriz). O programa chegou a ter participação do cantor Wanderley Cardoso antes da fama como o primeiro intérprete do menino Juquinha.
Personagem Juvêncio era um valente herói sertanejo, que, ao lado do menino Juquinha, defendia seu povoado do ataque do bandoleiro Cicatriz. Seu cavalo era Corisco e o do Juquinha, Saci.
O personagem guardava semelhanças com outro herói mascarado, o Lone Ranger (que durante anos, também ficou conhecido no Brasil como Zorro), que também fez sua estreia em um programa de rádio. Mas, ao contrário de Lone Ranger, Juvêncio costumava atirar para matar, e por isso era chamado de "justiceiro".
O intérprete do programa, Vincente Lia se apresentava em circos, teatros e salas de cinema.
Programa de rádio O programa foi transmitido até 1974, encerrada a série depois de muitas dificuldades impostas pela censura da ditadura militar.
Revista em Quadrinhos O personagem ganhou uma revista em quadrinhos pela Editora Prelúdio intítulo Juvêncio - O Justiceiro, lançada em maio de 1968, onde foi desenhado por artistas como Sérgio Lima, Rodolfo Zalla, Eugênio Colonnese e Edmundo Rodrigues e roteirizado por Gedeone Malagola, Helena Fonseca, R. F. Lucchetti e Fred Jorge além do próprio Reinaldo Santos. Edmundo Rodrigues também havia desenhado a revista do Jerônimo. A editora Prelúdio publicava cordéis, tendo até mesmo publicado quadrinizações de cordéis, por Nico Rosso e Sérgio Lima, esse último responsável por quadrinizações de O Romance do Pavão Misterioso de José Camelo de Melo Rezende e A Chegada de Lampião no inferno de José Pacheco
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