thumb|Decadência Outonal / Fadista, 1943, óleo sobre tela, 49,5 x 45 cm Cândido da Costa Pinto (Figueira da Foz, 1911 — 1976) foi um artista gráfico e pintor português.

Em 1931 fundou o Grupo dos Divergentes e ainda nessa década começou a dedicar-se à atividade gráfica A.A.V.V. – Os Anos Quartenta na Arte Portuguesa (tomo 2). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1982, p. 20.

Na década de 1940 fez várias capas com imagens surrealizantes para a Colecção Vampiro, da editora Livros do Brasil.

Participou na Exposição do Mundo Português, 1940; expôs em algumas Exposições de Arte Moderna do S.P.N./S.N.I. tendo vencido o Prémio Souza-Cardoso em 1951; participou em muitas outras mostras coletivas, nomeadamente na II Exposição Geral de Artes Plásticas (SNBA, 1947) e nas Bienais de Veneza (1950) e S. Paulo (1951) .

Interessou-se pelo surrealismo desde o início dos anos de 1940, em Paris, tendo contactado com André Breton. Marcada por grande habilidade técnica, a sua obra começa por revelar uma aproximação a Dali evoluindo depois para um idioma geometrizante FRANÇA, José Augusto – A Arte em Portugal no Século XX: 1911-1961 . Lisboa: Bertrand Editora, 1991, p. 381.

Cândido Costa Pinto foi um dos principais impulsionadores da formação do Grupo Surrealista de Lisboa em 1947, que integrou, entre outros, Vespeira, Fernando Azevedo, Mário Cesariny e José Augusto França, mas a sua permanência nesse grupo foi breve (foi afastado por ter exposto uma pintura nas salas do SNI) FRANÇA, José Augusto – A Arte em Portugal no Século XX: 1911-1961 . Lisboa: Bertrand Editora, 1991, p. 382.,

Encontra-se colaboração da sua autoria no semanário Mundo Literário (1946-1948)

Partiu para o Brasil de 1962, arredando-se de manifestações artísticas, e ali morreu em 1976.

Ligações externas Gatochy Flickr, set de capas de Cândido Costa Pinto para a Colecção Vampiro Curta biografia O Modernismo em Portugal

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