D. João da Silva, 2.º Marquês de Gouveia, 7.º conde de Portalegre, sucedeu ao pai D. Manrique da Silva.
Sucedeu ao pai como mordomo-mor dos reis D. João IV, D. Afonso VI e D. Pedro II e no lugar de conselheiro de Estado. Teve o tratamento de Marquês parente e de título de juro e herdade conforme a Lei Mental.
Foi presidente do Desembargo do Paço, ministro plenipotenciário de Portugal para o Tratado de Lisboa (1668)A (Re)Construção do Diálogo entre Portugal e Castela: propósitos e contratempos da diplomacia portuguesa em Madrid (1668-1686), por Carolina Esteves Soares, Faculdade de Letra, Universidade de Lisboa, 2015, pág, 29 e embaixador em Madrid.
Dados genealógicos Casamentos: com D. Maria de Pimentel Pereira, filha do 6.º conde da Feira; com D. Luísa Maria de Meneses, filha de D. Pedro de Noronha e Sousa, 9.º senhor de Vila Verde e de sua mulher D. Juliana de Noronha; era irmã do 1.º conde de Vila Verde.
Como não teve herdeiros, a sucessão de sua casa recaiu em sua irmã, D. Juliana de Lencastre, casada com o 5º conde de Santa Cruz, D. Martinho Mascarenhas. O filho do casal, seu sobrinho se tornará o 3.º marquês de Gouveia.
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