Nábis (), dito o Usurpador, foi rei de Esparta de 207 a

Seu primeiro ato como tirano foi atacar os messênios à noite, que foram pegos de surpresaPausânias (geógrafo), Descrição da Grécia, 8.50.5. Com a chegada de Filopêmen, Nábis se retirou da Messênia sob um acordo.

Nábis assassinou a criança Pélops, filho e herdeiro do tirano de Esparta LicurgoDiodoro Sículo, Biblioteca Histórica, Livro XXVII, 1.1. Historiadores modernos levantaram a hipótese de que Macânidas e Nábis (no início) não foram reis, mas regentes de PélopsPaul Cartledge e Antony Spawforth, Hellenistic and Roman Sparta, a tale of two cities.

Nábis entrou em guerra com os romanosPausânias (geógrafo), Descrição da Grécia, 8.50.6, mas conseguiu um cessar-fogo com elesPausânias (geógrafo), Descrição da Grécia, 8.50.10. Foi durante o cessar-fogo que um homem de Calidão, fazendo-se passar por amigo, mas tendo sido enviado pelos etólios, assassinou Nabis.

Possuía uma cadeira para torturar e matar seus inimigos, chamada de máquina da morte de Apega, em honra à sua esposaPolíbio, Histórias, Livro XIII, 7.1-11. A descrição desta máquina é muito semelhante à "dama de ferro".

Após seu assassinato, os espartanos, desejando uma figura real para servir de símboloTito Lívio, Ab Urbe condita libri, Livro XXXV, 36.7 escolheram um menino de família real, colocaram-no sobre um cavalo, pegaram em armas e atacaram os assassinos de NabisTito Lívio, Ab Urbe condita libri, Livro XXXV, 36.8. O nome deste rei é dado por Tito Lívio como Laconicus, possivelmente uma transliteração do adjetivo "λακωνικός" (lacônico)Evan T. Sage, tradutor de Tito Lívio, no site www.perseus.tufts.edu. Os lacedemônios ofereceram a Filopêmen a casa de Nábis, avaliada em mais de cem talentos, pela sua coragem e por ele ter derrotado dois tiranos (Nábis e Macânidas), mas ele recusouPausânias (geógrafo), Descrição da Grécia, 8.51.2.

Categoria:Reis de Esparta Categoria:Monarcas assassinados Categoria:Gregos do século III a.C. Categoria:Gregos do século II a.C.