Elsinore é um drama biográfico de 2026 dirigido por Simon Stone e escrito por Stephen Beresford, sobre o ator escocês Ian Charleson (1949–1990). O filme foca em suas atuações como Hamlet no National Theatre durante os últimos meses de sua vida, retratando os desafios que enfrentou para se preparar e atuar no papel enquanto lutava contra o HIV/AIDS. O longa é estrelado por Andrew Scott no papel de Charleson, ao lado de Olivia Colman como Margaret Johnson, médica do ator.

O filme teve sua estreia mundial em 4 de setembro de 2026, no 53º Festival de Cinema de Telluride, e tem lançamento previsto nos cinemas norte-americanos pela Focus Features para 20 de novembro de 2026.

Elsinore vem sendo aclamado pela crítica desde sua estreia em festivais, com elogios calorosos à atuação de Andrew Scott.

Elenco

Andrew Scott como Ian Charleson Olivia Colman como Margaret Johnson Billie Piper como Patsy Pollock Sadie Soverall como Alice Johnny Flynn como Richard Eyre Luke Thompson como Georgie Monica Dolan como Linda Tolhurst Juliet Stevenson como Sylvia Syms Joe Locke como Nicholas Matthew Beard como Sean Mathias David Dawson como Derek Jarman Louis Healy como Keith Collins Dickie Beau como Irmã Belladonna Kadiff Kirwan como Irmã Frigidez Peter Mullan como Jack, o pai de Charleson. Georgie Glen como Jean, a mãe de Charleson. Danny Webb como Michael Bryant , o ator que interpreta Polônio. Jamie Bogyo como Jeremy Northam , o ator que interpreta Laertes. Alyth Ross como Stella Gonet , a atriz que interpreta Ofélia. David Rintoul como John Castle , o ator que interpreta o Fantasma. Malcolm Jeffries como o ator que interpreta Fortinbras John Hollingworth como o ator que interpreta Rosencrantz Rishi Rian como o ator que interpreta Guildenstern

Trama No outono de 1989, a carreira no cinema do ator Ian Charleson, de 40 anos, estava estagnada há vários anos, após seus primeiros sucessos como protagonista em Carruagens de Fogo (1981) e coadjuvante em Gandhi (1982). Ele anseia por voltar aos palcos, onde já interpretou diversos papéis principais no National Theatre.

Após Daniel Day-Lewis abandonar o palco no meio de uma sessão e deixar a produção de Hamlet no National Theatre, Charleson vê a chance de sua vida. No entanto, ele enfrenta a AIDS e sofre com as lesões do sarcoma de Kaposi. Dra. Margaret Johnson, sua médica no Royal Free Hospital, o proíbe de assumir um papel tão exigente. Mesmo assim, movido pelo desejo de encontrar um propósito final, Charleson insiste, e o diretor Richard Eyre aceita escalá-lo como substituto de Day-Lewis, mesmo sabendo de sua grave condição.

Diretor de Charleson no clássico anarcopunk Jubilee (1978), Derek Jarman confronta o ator por manter sua homossexualidade em segredo no meio artístico. Assumidamente gay e convivendo abertamente com o HIV, Jarman diverge totalmente da postura de Charleson, e os dois não chegam a um acordo.

Dividido entre o hospital e o palco, Charleson encara a rotina exaustiva de ensaios e apresentações de Hamlet. Conforme a fraqueza se intensifica, amigos e familiares se revezam para acompanhá-lo e cuidar dele. Nesse período, ele cria coragem para revelar aos pais sua orientação sexual e seu diagnóstico. Nos corredores da ala hospitalar, o ator torna-se uma fonte de inspiração para outros pacientes soropositivos que o admiram desde Carruagens de Fogo.

Nos ensaios no National Theatre, o elenco não sabe do seu diagnóstico de AIDS, ainda que alguns suspeitem. Da mesma forma, o público desconhece sua condição, mas é arrebatado por uma atuação de Hamlet profundamente emocionante e visceral.

Lutando contra o avanço da doença, Charleson conseguiu subir ao palco como Hamlet por 24 apresentações, até que o agravamento de seu estado de saúde o forçou a se afastar do papel. Recepção O Metacritic, que usa uma média ponderada, atribui ao filme uma pontuação de 75 em 100, com base em 13 críticas, indicando críticas "geralmente favoráveis".

As críticas iniciais após as estreias do filme em Telluride e no TIFF elogiaram amplamente e unanimemente a atuação de Scott como Charleson, "o papel de sua vida". O próprio filme também foi elogiado por ser comovente e emocionante. Alguns críticos criticaram a trilha sonora, a edição ou a direção do filme, incluindo o que alguns perceberam como excesso de rigor na trilha sonora e na montagem dos momentos finais do filme.

Fontes de notícias tradicionais também elogiaram a atuação de Scott e consideraram o filme comovente.

Prêmios Prêmio Data Categoria Destinatário(s) Resultado Festival Internacional de Cinema de Toronto 20 de setembro de 2026 Prêmio Internacional de Escolha Popular Festival de Cinema de Mill Valley 3 de outubro de 2026 Prêmio de atuação Festival de Cinema de Montclair 18 de outubro de 2026 Prêmio de Roteirista

Ligação externa

Categoria:Filmes da StudioCanal Categoria:Filmes da Focus Features Categoria:Filmes gravados no Reino Unido Categoria:Filmes ambientados em Londres Categoria:Filmes ambientados em 1989 Categoria:Filmes de drama biográfico do Reino Unido Categoria:Cinebiografias de atores Categoria:Filmes de drama biográfico dos Estados Unidos Categoria:Filmes com temática LGBT de 2026 Categoria:Filmes do Reino Unido de 2026 Categoria:Filmes dos Estados Unidos de 2026 Categoria:!Predefinição Data do filme com 4 datas de lançamento Categoria:Filmes de 2026