Autoconsciência disposicional é um senso aguçado de percepção de si mesmo, sob a forma de disposição psicológica a constantes autoavaliações. Em inglês (self-consciousness) é um termo distinto que se refere comumente a um traço de personalidade ou tendência persistente a se preocupar consigo mesmo, especialmente com a forma como os outros podem perceber sua aparência ou suas ações.Leal, Cristyan Karla Nogueira (2017). Autoconsciência Privada, Autorreflexão e Insight como Reguladores do Consumo de Álcool entre Jovens e Adultos. Vitória: Universidade Federal do Espírito Santo.Majolo, Maurício (2022). Autoconsciência disposicional e situacional: relações entre níveis de evidência estáveis e transitórios. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul.Echevarria, Daniel Rodrigues (2015). Autoconsciência como uma Variável de Pesquisa: Teoria e Mensuração. Porto Alegre: PUC-RS.Lobo, Carla Nogueira (2010). O problema da gênese da autoconsciência. Rio de Janeiro: Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Uma sensação desagradável de autoconsciência pode ocorrer quando alguém percebe que está sendo observado, a sensação de que "todos estão olhando" para si. Algumas pessoas são habitualmente mais autoconscientes do que outras. Sentimentos desagradáveis de autoconsciência às vezes são associados à timidez ou à paranoia.
Assim, é de tradução confusa ao português, à primeira vista aparentando ser simplesmente sinônimo de "autoconsciência" (em inglês: self-awareness), pois ambas as palavras awareness e consciousness podem ser literalmente traduzidas como consciência, dependendo do contexto. Para se distinguir, dentre as propostas de traduzir self-consciousness encontram-se "autoconsciência situacional" e "constrangimento de si mesmo". Nesse contexto de constructo psicológico, também surge uma distinção mais técnica para self-awareness: "autoconsciência situacional", quando esta se articula com a autoconsciência disposicional. Uma sensação desagradável pode ocorrer quando alguém percebe que está sendo observado, a sensação de que "todos estão olhando" para si. Algumas pessoas são habitualmente mais autoconscientes, nesse sentido negativo, do que outras. Sentimentos desagradáveis de autoconsciência às vezes são associados à timidez ou à paranoia.
Entre os oponentes notáveis dessa tendência de preocupação consigo mesmo, em uma consciência de si extremamente aguçada, inclui-se Thomas Carlyle.
Bibliografia Laing, R.D. (1960) The Divided Self: An Existential Study in Sanity and Madness. Harmondsworth: Penguin (este livro tem um breve capítulo explicando autoconsciência e autoconscientização).
Categoria:Consciência