A solução planejada pelo fascismo na Argentina era a mais extrema: afirmava que o que se precisava para «salvar a República» era uma guerra que forçasse às populações provincianas a se conhecer mutuamente e a perseguir um único ideal em comum. De fato, chegou a afirmar que o que convinha mesmo era uma guerra contra o Brasil. O antissemitismo cresceu cada vez mais no nacionalismo argentino e entre a grande mídia argentina Os resultados destas eleições deram a entender ao regime que não poderiam afastar à UCR do poder por meio de eleições democráticas, o que provocou que só cresceram por fazer uso da fraude eleitoral (conhecido como fraude patriótico) para preservar aos conservadores no poder. O Molina, como chefe revolucionário, pensava em designar como presidente a Carlos Ibarguren, para que dirigisse um governo de transição que allanase o caminho ao surgimento do regime corporativo. Alertado Justo do plano, Molina foi separado de seu cargo e a intentona fracassou

Nacional-entreguismo Muitos dos imigrantes italianos na Argentina e de seus filhos identificavam-se mais com Itália que com seu país de destino; e uma parte deles apoiava ao governo fascista de Benito Mussolini. Este governo financiava as actividades dos representantes fascistas na Argentina, especialmente do empresário Vittorio Valdani, que organizava reuniões com toda a cenografia fascista, e que publicava o jornal Il Mattino d'Itália, que circulou entre 1930 e 1943. A principal organização fascista era opera-a Nazionale Dopolavoro, um dispositivo político-cultural pensado para propor atividades para após o trabalho: desportos, passeios, dances, cinema, leitura, o que fosse útil a dotrinar aos emigrados italianos. E, por suposto, quando a quantidade de gente era suficiente, desfiles de camisas negras. O enaltecimento do fascismo também foi praticado na Universidade de Buenos Aires poi Ángel Gallardo, reconhecido admirador do movimento de Mussolini e reitor. Os desfiles na via pública dos dois partidos fascistas e de Ópera foram muito habituais, e as celebrações pelos triunfos italianos em Etiópia foram uma oportunidade ideal para isso. Em alguns casos chegaram-se a reunir até cinquenta mil espectadores. O peronismo fascista tinha como característica apoiar os dois lados para ganhar com os desgaste entre o Velho Mundo e o Novo Mundo. Ver também

Nacionalismo de esquerda

Bibliografia

Facundo: civilização e barbárie. DOMINGO FAUSTINO SARMIENTO Economia Argentina: da Belle Époque a Primeira Guerra Mundial História social da Argentina contemporânea A Primeira Guerra Mundial, crise econômica e agravamento do conflito trabalhista na Argentina A Primeira Guerra Mundial, crise econômica e agravamento do conflito trabalhista na Argentina Ford da Argentina é alvo de ação por abusos na ditadura

Ligações externas

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Bibliografia

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