The Dreamer – Joseph: Part One é o décimo segundo álbum de estúdio do vocalista, tecladista e guitarrista estadunidense rock progressivo Neal Morse, lançado em 11 de agosto de 2023 pela Frontiers. O álbum conta com vocais de Ted Leonard (Spock's Beard, Pattern-Seeking Animals, Thought Chamber), Matt Smith (Theocracy) e Jake Livgren (Proto-kaw, Kansas) e os guitarristas Steve Morse (Deep Purple, Dixie Dregs, Flying Colors) e Eric Gillette (The Neal Morse Band).

É um álbum conceitual sobre a figura bíblica de José, seguindo sua história até sua prisão injusta. Foi escrito a partir de setembro de 2022; em dezembro, Neal achou que tinha material demais para os ouvintes assimilarem em um único lançamento e pediu à gravadora para lançá-lo em duas partes.

O álbum foi lançado em plataformas digitais e, em 15 de setembro, como uma edição limitada de vinil duplo laranja-tijolo, com os primeiras 2/3 das cópias encomendadas sendo assinadas por ele e 5 cópias sorteadas recebendo uma cópia manuscrita e assinada da letra da faixa "Like a Wall".

Dois singles foram lançados do álbum, cada qual com um vídeo correspondente: "Like a Wall", em 19 de junho; e "Heaven in Charge of Hell", em 13 de julho

Lista de faixas

Recepção Recepção crítica

Em uma resenha positiva para o Laut.de, Yan Temminghoff comparou Neal a Thomas Mann, achou The Dreamer – Joseph: Part One melhor que o "consideravelmente mais fraco" Sola Gratia e elogiou muitas das faixas, incluindo a abertura instrumental, que ele considerou como estando "entre as melhores" de Neal em anos recentes.

No Sonic Perspectives, Scott Medina afirmou que o álbum provavelmente agradaria aos fãs dos dois álbuns anteriores de Neal, mas criticou o que considerou uma direção conflitante entre os conjuntos de músicas, alegando que, na sexta faixa, "The Pit", "estamos claramente em um modo de letras teatrais, o que parece um pouco em desacordo com o que veio antes. E aí está a confusão: o álbum soa como um novo álbum de rock progressivo cristão de Morse (como os álbuns Sola), mas se assemelha mais a uma produção teatral (como JCTE), então não temos certeza de qual dos dois estamos ouvindo". Ele elogiou canções como "I Will Wait on the Lord" por apresentar um arranjo coral a cappella ("Finalmente, uma nova abordagem musical no repertório de Morse, e trata-se de uma que é bem-vinda") e "Ultraviolet Dreams" por ser quase inteiramente interpretada por Neal sozinho ("Com todos os convidados no álbum, às vezes é melhor sair do caminho e deixar Morse brilhar"). Ele concluiu dizendo que "o cabo de guerra entre álbum de rock progressivo e espetáculo da Broadway nunca se resolve" e que, embora alguns convidados não tenham participado tanto quanto se esperaria, a maioria dos principais já havia sido escalada para Jesus Cristo o Exorcista, "o que une esses projetos de maneiras que nem sempre parecem totalmente únicos ou benéficos para a criação de sua própria identidade", mas admitiu que ele "oferece bastante material de qualidade para satisfazer os fãs de Morse".

Escrevendo para o Powermetal.de, Jonathan Walzer considerou que o álbum "se beneficia muito dos vocais diversos" e disse que "qualquer pessoa que tenha gostado da música de Morse até agora não ficará desapontada com este trabalho". Ele também destacou o "uso habilidoso de metais, que proporciona uma variedade bem-vinda e ainda soa bastante atípico para a música rock".

No Rock Meeting, Eric Berger considerou que as músicas do álbum eram "longas e prolixas demais" e disse que não "encontrou o estilo característico de Morse e seus floreios líricos arrebatadores", comparando-o desfavoravelmente com One, Testimony e Sola Scriptura (obras anteriores de Neal). Ele admitiu, no entanto, que ele estava "tentando algo novo" e que "musicalmente falando, não há nada a criticar".

Toni Marchante, do MetalSymphony, comparou-o favoravelmente com Jesus Christ the Exorcist e chamou-o de "um ótimo álbum", embora não o considere o melhor lançamento de Neal. Ele terminou dizendo que "Neal Morse sempre entrega e 'The Dreamer, Joseph Part 1' não é exceção", comentando sobre sua capacidade de "contar uma história e uni-la a uma grande variedade de estilos musicais, ao mesmo tempo que lhe confere um elemento de teatralidade".

No Metal Temple, Alex Sales teve opiniões negativas sobre muitas músicas, alegando que a maioria nem sequer era rock de verdade. Ele admitiu que havia algumas faixas bem compostas e que algumas até tinham alguns elementos interessantes, mas concluiu dizendo que "o álbum tem alguns bons momentos de rock progressivo, mas não esconde o fato de que seu público não é o fã comum de rock e metal, mas sim pessoas religiosas que pensam que isso é rock".

Callum Reid, da Ghost Cult Magazine, elogiou a composição e a performance em geral, mas disse que as letras "são muitas vezes simplistas demais" e que Neal "talvez tenha extrapolado o potencial do material além do que qualquer ouvinte casual desejaria ou esperaria". Ele concluiu, no entanto, que o álbum é "ambicioso, rico e variado, uma audição por vezes desafiadora, mas definitivamente vale a pena dedicar algum tempo a ele".

Recepção comercial Paradas Parada (2023) Maior colocação

Créditos Conforme o Sonic Perspectives

Vocalistas Neal Morse como José Ted Leonard como Judá Matt Smith como Rubem Talon David como esposa de Potifar Jake Livgren como capataz de escravos Wil Morse como Simeão Mark Pogue como Jacó Smith, Pogue, Wil Morse, Gabe Klein e Chris Riley como diretor e guardas prisionais Harmonie Hall, Devonne Fowlkes e Kim Mont — vocais de apoio nas faixas 2, 3, 6, 8, 9, 10, 11 e 14 April Zachary, Julie Harrison, Amy Pippin e Debbie Bressee — vocais de apoio na faixa 16 Coral Infantil Vanderbilt Blair (direção de Mary Biddlecombe) — coro na faixa 12

Instrumentistas Neal Morse — guitarras, teclados e percussão; baixo nas faixas 1, 2, 11, 13, 14, 15 e 16; bateria na faixa 14. Eric Gillette — solo de guitarra na faixa 11; bateria nas faixas 1, 2 e 13. Steve Morse — solo de guitarra na faixa 2 Gideon Klein — baixo e guitarras nas faixas 3, 4, 5, 6 e 7; vocais de apoio na faixa 7. André Madatian — solo de guitarra na faixa 15 Sam Hunter — guitarras nas faixas 3, 4, 5, 6 e 7 Gabe Klein — teclados nas faixas 4, 5, 6 e 7; bateria nas faixas 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 15 e 16; vocais de apoio na faixa 7. Mark Leniger — saxofone nas faixas 1 e 15 Paul Farmer — gaita na faixa 1 Jim Hoke — saxofone na faixa 8 Hunter Keeran — trompa na faixa 16 Josee Klein, Hannah Tyler, Carl Larson e Gideon Klein — quarteto de cordas nas faixas 1, 2, 9, 10, 11, 15 e 16.

Pessoal técnico Jerry Guidroz – mixagem

Categoria:Álbuns lançados pela Frontiers Music Categoria:Álbuns de Neal Morse Categoria:Álbuns de 2023