O assassinato de Nicolly Fernanda Pogere foi um crime contra uma adolescente de 15 anos de idade, que ocorreu em 12 de julho de 2025, na qual a garota foi esfaqueada e parcialmente esquartejada por um casal de adolescentes. O seu corpo foi jogado em uma lagoa na cidade de Hortolândia em São Paulo e foi coberto por lençóis, uma lona azul e amarrado com pedras para que o corpo ficasse submerso na lagoa, o tronco foi encontrado no dia 18 de julho e os braços e pernas no dia 24 de julho.

Desaparecimento e descoberta do corpo A jovem de 15 anos, que morava em Mococa, viajou para Hortolândia em 29 de junho para visitar o avô e ficar na casa do namorado. Ela ficou alguns dias na casa do namorado e iria voltar para casa do avô em 14 de julho. Porém, a família não conseguiu ter contato com Nicolly. Os familiares de Nicolly também tiveram contato com o namorado dela, mas ele disse que tinha terminado o relacionamento com a Nicolly e ela estaria voltando para a casa no dia 12 de julho. Seu avô relatou o desaparecimento da jovem na delegacia na cidade, iniciando as investigações.

Em 18 de julho, o tronco da garota, acompanhado com a cabeça, foi achado pelo cão farejador da Guarda Muncipal de Hortolândia enquanto procurava o corpo de Nicolly em uma lagoa. O corpo estava envolto em 2 lençóis e uma lona azul, junto com pedras e com as iniciais do PCC nas costas para disfarçar quem elaborou o crime, com múltiplas facadas e trauma cranioencefálico.

Em 24 de julho, quando uma equipe acionada pela prefeitura estava cortando grama na mesma lagoa onde o corpo da garota foi achado, encontraram um saco com restos mortais da garota. A polícia foi acionada e os familiares da garota reconheceram as partes encontradas no saco.

Investigação A Polícia Civil do Estado de São Paulo começou as investigações pelos 2 principais suspeitos, um adolescente de 17 anos e uma adolescente de 14, a ex-namorada dele. Ambos foram apreendidos no dia 20 de julho. As investigações começaram a ser focadas a eles após encontrarem rastros de sangue humano na casa do ex-namorado da jovem. Ele enviou mensagens para o pai, que estava recebendo ameaças de morte de "uns cara  de São Paulo" e estaria fugindo. O pai, preocupado, pede para o jovem ir à delegacia. A apreensão dos dois adolescentes foi em Cornélio Procópio, localizado no Paraná, após uma contribuição entre os 2 estados vizinhos. A avó materna deu assistência para a fuga e ocultação de ambos adolescentes. A posse da lona e dos lençóis azuis, que serviram para deixar coberto o corpo da Nicolly, foi confirmado pelo pai do jovem que era do garoto. Ambos os jovens foram levados para a Fundação Casa Andorinhas, localizada em Campinas.

De acordo com o delegado, os suspeitos chegaram a alegar que foi um ato de legítima defesa, falando que Nicolly não queria o fim do relacionamento entre o rapaz e tentou esfaquear ambos os adolescentes após ver eles tendo um relacionamento. Como um ato de "defesa", os 2 acabaram esfaqueando a garota. Também, o delegado falou que não tinham a intenção de matar ela, mas perceberam o que ocorreu e esconderam o corpo em uma lagoa próxima, transportando o cadáver com um carrinho de mão.

Porém, as investigações revelam que foi um crime planejado e de motivo passional.

Em 13 de abril de 2026, ocorreu uma operação interestadual para cumprir mandatos de cinco suspeitos, sendo eles um adulto e quatro menores de idade por ameaças, perseguições e ataques contra a família de Nicolly, na qual fez a mãe, Priscila Magrin, acionar a Polícia Civil. Outras investigações suspeitam que houve um terceiro envolvido no assassinato e que o crime talvez tenha sido transmitido online.

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