Linha 16-Violeta será uma linha do Metrô de São Paulo que ligará a estação Teodoro Sampaio, no distrito de Pinheiros, à estação Abel Ferreira, em Vila Formosa. Em sua segunda fase, chegará até o distrito de Cidade Tiradentes. Em sua totalidade, terá 32 km de extensão e 25 estações, e conexões com as linhas 1–Azul, 2–Verde, 4–Amarela, 6–Laranja, 10–Turquesa, 13–Jade, 15–Prata, 19–Celeste, 20–Rosa, 21-Vinho e 22–Marrom.

Será uma linha de metrô essencial para a zona leste da cidade, contribuindo para desafogar o trânsito, os ônibus e acima de tudo a Linha 3-Vermelha que se encontra operando em sua capacidade máxima. Além de ser uma nova alternativa para atender demandas reprimidas por transporte de qualidade na região mais populosa da cidade.

História

Origens e Monotrilho (2010–2012) O projeto da Linha 16 surgiu nos planos estratégicos da Companhia do Metropolitano de São Paulo (CMSP) entre 2010 e 2012. Naquela época, a linha era concebida como um sistema de monotrilho que ligaria a região da Cachoeirinha ao Ipiranga. No entanto, o projeto permaneceu em estágio de estudos preliminares por quase uma década.

Reformulação para Metrô Pesado (2019–2022) A partir de 2019, o Metrô de São Paulo alterou a diretriz da linha. O novo traçado foi desenhado para aliviar a sobrecarregada Linha 3-Vermelha, correndo paralelamente a ela, mas atendendo bairros como Vila Monumento, Vila Zelina e Jardim Anália Franco. O modal foi alterado de monotrilho para metrô convencional (pesado), com túneis profundos.

Parceria Público-Privada e Acciona (2023–2026) Em 2023, o grupo espanhol Acciona apresentou ao Governo do Estado uma Manifestação de Interesse Privado (MIP) para assumir o projeto. A proposta trouxe inovações de engenharia, como a utilização de tuneladoras de grande diâmetro ("Super Tatuzão") capazes de acomodar trilhos em dois níveis ou quatro vias simultâneas em um único túnel.

Em setembro de 2024, o Governo do Estado publicou o Edital de Chamamento Público nº 01/2024, formalizando o processo de estudos. A Acciona entregou os levantamentos definitivos de viabilidade em junho de 2025. Atualmente, em abril de 2026, o projeto encontra-se na fase de leilão para a concessão da construção e operação via Parceria Público-Privada (PPP).

Características do Projeto A linha terá aproximadamente 32 km de extensão e contará com 25 estações. Entre os diferenciais tecnológicos propostos pela Acciona, destaca-se: Escavação profunda: Uso de tatuzões de grande porte para minimizar desapropriações na superfície. Estações Integradas: Conceito de "Estação-Edifício", com prédios comerciais e serviços integrados aos acessos. Conexões Estratégicas: Integração com as linhas 1-Azul, 2-Verde, 4-Amarela, 6-Laranja, 10-Turquesa, 13-Jade, 15-Prata, 20-Rosa, 21-Violeta e 22-Marrom.

Estações

Estação Integração Distrito Teodoro Sampaio 17px|link= Rosa e 17px|link= Marrom Pinheiros Oscar Freire 17px|link=ViaQuatro Amarela e 17px|link= Rosa Jardim Paulista Nove de Julho — Jardim Paulista Jardim Paulista 17px|link= Celeste Jardim Paulista Parque Ibirapuera — Moema Dante Pazzanese — Vila Mariana Ana Rosa 17px|link= Azul e 17px|link= Verde Vila Mariana Parque Aclimação — Liberdade Parque Independência — Ipiranga São Carlos 17px|link=Linha Universidade Laranja, 17px|link= Turquesa e 17px|link= Jade Ipiranga Paes de Barros — Mooca Vila Bertioga — Mooca Álvaro Ramos — Água Rasa Regente Feijó — Água Rasa Anália Franco 17px|link= Verde Vila Formosa Abel Ferreira — Vila Formosa Renata — Vila Formosa Cipriano Rodrigues semmoldura|17x17px Vinho Vila Formosa Vila Antonieta — Aricanduva Rio das Pedras — Aricanduva Jardim Brasília — Aricanduva Santa Marcelina 17px|link= Ônix Itaquera Colônia — Itaquera Fazenda do Carmo — Itaquera Cidade Tiradentes 17px|link= Prata Itaquera

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