Maro Makashvili (; 25 de agosto de 1901 – 19 de fevereiro de 1921) foi uma jovem georgiana que foi morta durante a invasão soviética da Geórgia em 1921. Em 2015, ela foi a primeira mulher a receber a Ordem de Herói Nacional da Geórgia.

Makashvili nasceu em uma família da nobreza georgiana. Seu pai, Konstantine Makashvili, era poeta e sua avó materna, a escritora Ekaterine Gabashvili. Maro Makashvili era estudante na Universidade Estatal de Tbilisi quando o Exército Vermelho lançou sua invasão à Geórgia em fevereiro de 1921. Ela se ofereceu como enfermeira e foi enviada para Kojori junto com o Regimento Georgiano. Foi morta por estilhaços de uma granada dois dias depois.

Imediatamente após sua morte, o poeta georgiano Titsian Tabidze a comparou a Joana d'Arc em um artigo de jornal. Em sua homenagem, Zakaria Paliashvili usou o nome Maro para a heroína de sua ópera Daisi, que estreou em 1923. Um parque localizado na Rua Gudiashvili, em Tbilisi, leva seu nome.

Dos 16 anos até sua morte, Makashvili manteve um diário que hoje faz parte do acervo do Museu de Literatura de Tbilisi. O diário foi publicado em livro.

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