Plínio Cavalcanti de Albuquerque, ou apenas Plínio Cavalcanti (Jambeiro, 27 de novembro de 1907 — São Paulo, 17 de julho de 1995) foi um militar, advogado, jornalista, empresário, agropecuarista e político brasileiro, outrora deputado federal por São Paulo.
Dados biográficos Filho de João Cavalcanti de Albuquerque e Maria José Cavalcanti. Formado pelo Colégio Militar do Rio de Janeiro em 1926, tornou-se advogado pela Universidade de São Paulo em 1930 e depois foi delegado de polícia em Atibaia, Batatais, Guaratinguetá, Itapetininga, Presidente Prudente, Ribeirão Preto e São Carlos, além de dirigir a Guarda Civil, Escola de Polícia e a Casa de Detenção de São Paulo. Enquanto jornalista, trabalhou no Correio Paulistano, Diário da Noite, Diário de São Paulo, Folha da Manhã e Folha da Noite, integrando a Associação Paulista de Imprensa, o Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, o Instituto dos Advogados e a Sociedade de Medicina Legal.
Derrotado na eleição para deputado federal em 1945, venceu a eleição para o respectivo cargo pelo PSD em 1947,Eleito em 19 de janeiro de 1947, sob o Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (Art. 11 § 2º inciso II) da Constituição de 1946 para atingir o número de deputados previstos em lei. figurando como primeiro suplente em 1950. Adido comercial no México, ingressou no PTB e assumiu a presidência da Comissão Federal de Abastecimento e Preços em 1953, por escolha de Getúlio Vargas. Entretanto, exerceu tal função por pouco tempo, pois foi efetivado deputado federal com a eleição de Antônio Feliciano à prefeitura de Santos no mesmo ano. Mais tarde, foi secretário de Segurança no último ano do governo Lucas Nogueira Garcez.Nesse momento, Marino Machado já havia renunciado em favor de Carlos Cirilo Júnior, então, por votação decrescente, os próximos suplentes do PSD paulista eram Horácio Lafer e Alcides Vidigal.
Em 1958, foi candidato a deputado federal via PDC, sem obter sucesso. Três anos depois, assumiu uma cadeira no conselho consultivo do Instituto Brasileiro do Café e chefiou o escritório da autarquia em Beirute, Líbano, até 1968. De volta do Brasil, dedicou-se ao cultivo de café e a criação de gado Holstein-Frísia em Campinas e Monte Mor, além de dirigir o Departamento de Café na Sociedade Rural Brasileira, fundar o Sindicato Rural de Monte Mor e a Cooperativa Agropecuária de Campinas.
Pai do também político, Marcos Cintra.
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